Lâmpadas halógenas e o câncer de pele

Escrito por abraham robinson | Traduzido por kelly isayama
Lâmpadas halógenas e o câncer de pele
A exposição à luz UV pode causar câncer de pele (Duncan Smith/Photodisc/Getty Images)

As lâmpadas halógenas emitem mais radiação ultravioleta (UV) do que outros tipos de luminárias. Como a exposição à radiação UV é a maior causa de câncer de pele, as lâmpadas halógenas representam um risco à saúde.

Lâmpadas halógenas

As lâmpadas halógenas têm um filamento menor do que as lâmpadas incandescentes e, como resultado, precisam concentrar mais energia em uma área menor. Devido a isso, liberam energia mais intensa do que a emitida por outras lâmpadas, incluindo uma pequena quantidade de radiação UV.

Radiação UV e câncer de pele

O Cancer Council of Australia (Conselho sobre Câncer da Austrália) alerta que a exposição à radiação UV é a maior responsável pelo desenvolvimento de câncer de pele, especialmente quando uma queimadura solar resulta dessa exposição.

Filtros UV

A maioria das lâmpadas halógenas vêm equipadas com filtros UV. Por exemplo, algumas delas são feitas de quartzo especial, que é capaz de filtrar a maior parte da luz UV.

Segurança

O melhor é evitar a exposição direta prolongada às lâmpadas halógenas, evitando o contato com a radiação UV. Além disso, é melhor que a luz seja refletida na parede ou no teto em vez de direcionada diretamente a uma pessoa.

Conclusão

Embora a radiação UV das lâmpadas halógenas representem risco de câncer, por conta da radiação ser liberada em pequena quantidade e a maior parte das lâmpadas serem equipadas com filtros de proteção, elas costumam ser seguras. Porém, se ocorrerem queimaduras decorrentes do uso de lâmpadas halógenas, seu uso deve ser interrompido imediatamente.