Como é medida a estabilidade econômica?

Escrito por shane hall | Traduzido por josé fabián
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Como é medida a estabilidade econômica?
As cotações de ações são um indicador de estabilidade econômica (Comstock/Comstock/Getty Images)

A "estabilidade econômica" significa que a economia de uma região ou país não exibe flutuações amplas em medidas-chave do desempenho econômico, como o produto interno bruto (PIB), o desemprego ou a inflação. Em vez disso, as economias estáveis exibem um crescimento modesto do PIB e do trabalho, minimizando ao mesmo tempo a inflação. As políticas governamentais buscam o crescimento econômico e preços estáveis, e os economistas leem vários parâmetros para medir a estabilidade.

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Características

Uma economia estável demonstra um crescimento sólido e manejável do PIB e do emprego. A palavra "manejável" indica que o crescimento da economia é sustentado no tempo e não cria uma pressão inflacionária que faça subir os preços e afete os lucros das empresas. Uma economia que cresce durante os primeiros três meses e depois exibe uma queda no PIB ou um aumento do desemprego indica que é instável. Crises econômicas como a de 2008 causam instabilidade global -- abaixando a produção --, elevam o desemprego e provocam medidas para reestabelecer a economia.

Medidas-chave

Uma economia moderna e nacional é muito complexa para ser resumida em um único parámetro, mas muitos economistas usam o PIB como indicador da atividade econômica e as alterações do valor no tempo são uma medida da estabilidade. O PIB mede a saída total da economia de um país em termos monetários ajustados por inflação. Outros indicadores de estabilidade incluem os preços ao consumidor e a taxa de desemprego nacional. As agências governamentais colheitam dados mensais e trimestrais da atividade econômica, permitindo que os criadores de políticas e economistas monitorem as condições e respondam em caso de instabilidade.

Outras medidas econômicas

As cotações de moeda estrangeira e ações globais são também medidas úteis da estabilidade econômica, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI). Um comportamento volátil das cotações resulta em investidores nervosos, levando a um crescimento econômico menor e baixas condições de vida. O FMI indica que é inevitável ter um pouco de instabilidade em uma economia dinâmica, mas informa que o desafio dos governos espalhados pelo mundo é minimizá-la sem impedir a possibilidade de que o país melhore o nível de vida através do aumento na produtividade e na taxa de emprego.

Política econômica

Quando a volatilidade do PIB, o desemprego, a inflação e outras medidas levam à instabilidade, os governos frequentemente respondem com medidas fiscais e monetárias. Economistas como Gregory Mankiw as chamam de "políticas de estabilização". Quando o PIB cai, por exemplo, os governos aumentam o gasto em bens e serviços para estimular a economia e os bancos podem baixar as taxas de interesse para facilitar o acesso ao crédito a empresas e indivíduos. Se a economia exibir instabilidade na outra direção, expandindo-se a um ritmo que pode criar inflação, os bancos centrais podem aumentar as taxas de interesse para reduzir o fluxo de dinheiro e controlar a pressão inflacionária.

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