Metabolismo da homocisteína

Escrito por paul favors | Traduzido por wanderson andrade
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Metabolismo da homocisteína
O metabolismo da homocisteína é influenciado pela dieta e por fatores genéticos (Jason Reed/Photodisc/Getty Images)

A homocisteína é um tipo de aminoácido presente no sangue. Ela é um subproduto dos processos metabólicos do corpo, em particular do ciclo da metionina. Sua concentração está associada a distúrbios dos sistemas cardiovascular, nervoso e esquelético. Quantidades excessivas desse aminoácido no organismo pode levar a vários problemas de saúde, como doenças do coração. Para diminuir as quantidades de homocisteína, ela precisará ser metabolizada. O seu metabolismo passa por dois caminhos principais chamados remetilação e transulfuração.

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Fatos

A homocisteína é criada como um subproduto do ciclo da metionina. Esta, um aminoácido necessário durante o metabolismo, é convertida em uma substância denominada S-adenosilmetionina (SAMe). A homocisteína é produzida quando a SAMe perde um grupo metil pelo processo de metilação. Isso é importante porque ela regula a expressão do gene e o funcionamento das proteínas. Altos níveis de homocisteína estão associados a certos problemas de saúde, tais como doenças cardíacas. De fato, essa substância pode danificar vasos sanguíneos ao nível celular.

Riscos

A homocisteína geralmente permanece armazenada ou encontra-se em uma forma inativa. No entanto, as alterações químicas do corpo podem conduzir à libertação desse aminoácido no sangue. Níveis sanguíneos excessivamente altos de homocisteína leva a uma maior ocorrência de doenças do coração, acidente vascular cerebral e outras doenças vasculares. Suspeita-se que sua presença pode danificar o revestimento interno das artérias, propiciando a formação de coágulos sanguíneos. No entanto, pesquisas de longo prazo ainda são necessárias para confirmar essa suspeita.

Remetilação

A homocisteína que é liberada no sangue pode tornar-se metionina novamente. Isso é devido à presença de ácido fólico e vitamina B12. Esse processo é chamado "o caminho da remetilação" e é a principal razão para a eliminação da homocisteína livre do corpo. Existem alguns órgãos, como o rim e o fígado, que têm a capacidade de remetilar esse aminoácido, permitindo que ele volte a ser SAMe. No entanto, eles só fazem isso em pequenas quantidades.

Transulfuração

O excesso de homocisteína pode levar à formação de cisteína, a qual é transformada em glutationa. Esta é uma poderosa antioxidante que promove a saúde do fígado. A taxa de transformação da homocisteína em glutationa aumenta quando o corpo está sob estresse oxidativo. Esse processo é chamado transulfuração porque resulta na criação de derivados de sulfato, que são, então, excretados na urina. Alguns participantes necessários na transulfuração são a vitamina B6 e ácido fólico. Eles ajudam a promover o processo de metabolismo da homocisteína.

Influências

O metabolismo da homocisteína é influenciado pela dieta e genética. Os nutrientes mais importantes no metabolismo são as vitaminas B6, B12 e o ácido fólico. Eles são importantes porque são responsáveis ​​por quebrarem a homocisteína encontrada no corpo. Além dos fatores dietéticos, a quantidade desse aminoácido pode ser influenciada pela capacidade inerente do corpo em sofrer metilação.

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