Como mixar bumbo e baixo para músicas de rock

Escrito por ehow contributor | Traduzido por lean pereira
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Como mixar bumbo e baixo para músicas de rock
Aprenda a extrair o melhor de sua música (music image by Josef F Stuefer from Fotolia.com)

Dois dos mais importantes componentes na criação de uma música de rock são o bumbo e o baixo. Quando colocados de forma adequada, eles podem criar uma mescla extraordinária.

Aqui discutirei técnicas para conseguir a melhor fundação rítmica a partir destes dois instrumentos.

Nível de dificuldade:
Desafiante

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O que você precisa?

  • Faixas gravadas com o bumbo e o baixo
  • Sistema de mixagem e gravação ou estação de áudio digital (DAW)

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Instruções

  1. 1

    Uma coisa para se ter em mente é que quanto mais curtas forem as transições, mais impacto a seção do ritmo terá. Nos últimos anos, se tornou uma prática comum alinhar a bateria e o baixo em um padrão. Entretanto, é incrivelmente gratificante testemunhar um extraordinário grupo de músicos realizando essa façanha em tempo real.

    Em todo o caso, assegurar-se de que o baixo e o bumbo estarão alinhados antes da mixagem é imperativo.

  2. 2

    Comece solando o bumbo. Agora ouça às características intrínsecas ao instrumento. O verdadeiro equilíbrio estético aqui é determinar como manter as muitas características do instrumento, enquanto permitindo que se "combine" com a mixagem. Isso exige alguma experiência no ramo, mas quanto mais o fizer, melhor se tornará.

    Eu costumo começar retirando as frequências baixas do bumbo. Reduzindo, por exemplo, as frequências de 40 Hz pode diminuir o nível de frequências sub-sônicas que podem se acumular depois. É muito mais fácil removê-las e, se necessário, colocá-las depois.

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    Agora reduza o nível das frequências entre 250 e 300 Hz. Isso removerá muito do abafamento e trará um pouco mais de profundidade à bateria.

    Você poderá querer aumentar as extremidades entre 5 e 8 kHz. Isso agregará mais presença e acentuará o ataque da batida.

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    Eu normalmente adiciono um "noise gate" depois da equalização. Faço isso em geral quando as batidas do bumbo não receberam edição anterior à mixagem. Comumente, eu prefiro editar as batidas do bumbo para que não haja uma mescla desagradável entre elas.

    Sou um grande fá de adicionar o plug-in Waves TransX depois da EQ ou "gate". Ele tende a me dar maior controle sobre o envelope dos sons transientes. Eu posso moldá-lo para ter um ataque rápido e um decay curto. Às vezes, exagerar sua colocação me permite ter mais criatividade com o compressor que adicionarei mais tarde.

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    Com o compressor, eu gosto de me assegurar de que poderei manter suficiente resposta transiente e batidas graves, ainda domando a quantidade de ressonância entre as notas. Obviamente, muito disso é dependente do tempo da música. Quanto mais rápida ela é, mais exato você irá querer o baixo. Se as batidas ressoam em demasia, você pode acabar sofrendo um acúmulo excessivo no som do baixo. Isso poderá soar como uma má mixada nuvem de baixo.

  6. 6

    Sou bastante a favor da compressão paralela no bumbo. Em uma mixagem de rock, você necessita daquela ajudinha extra para ajudar o bumbo a se destacar.

    Também prefiro criar uma "mescla" das batidas do bumbo e usá-la como informação de frequências sub-sônicas. Quando faço isso, é muito importante ter uma sala bem isolada e com um bom monitoramento. Adicionar muito das frequências sub-sônicas pode acabar se tornando um pesadelo (embora adicionar pouco possa fazer com que o bumbo soe anêmico).

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    A este ponto, desejaremos ter o baixo funcionando com o bumbo. Da mesma forma que o bumbo, sole o baixo. Eu costumo retirar as frequências graves no mesmo ponto. É muito mais fácil controlar uma faixa com uma mescla das batidas que seja exclusivamente composta por frequências graves.

    Com o baixo, você provavelmente o tratará de forma parecida ao que fará com o bumbo. Entretanto, uma coisa a se manter em mente é que, quando juntar os dois, é importante assegurar-se de que ambos possam funcionar em uníssono, mesmo possuindo qualidades separadas.

    De forma geral, eu começo definindo o bumbo para o ataque e o baixo para a geração de um tom musical. Uma forma de consegui-lo é enviar seu "prefader" do bumbo a um canal mono separado. Você poderá então adicionar um compressor ao baixo e extrair as batidas do canal mono do bumbo. Isso permitirá ao compressor reagir com o bumbo, e também encurtará a relação entre este e o baixo, permitindo a eles respirar de uma forma mais musical e mais natural.

    Boa mixagem!

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