Origem da receita do drinque Bloody Mary

Escrito por brynne chandler | Traduzido por débora cussiol
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Origem da receita do drinque Bloody Mary
Versão clássica do drinque Bloody Mary (Image courtesy of hrhqueencat at Photobucket)

Mesmo com nossa maneira saudável e politicamente correta de encarar as coisas hoje em dia, não escapamos ao glamour à moda antiga de um coquetel clássico. E para aqueles que podem ocasionalmente beber um pouco demais, existe uma cura: o Bloody Mary. Não importando se você prefere a versão básica e original ou uma variação mais complexa, este drinque é uma das poucas alternativas para uma manhã de ressaca, com vitamina C, uma pequena quantidade de álcool e o frescor dos vegetais.

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Identificação

O coquetel mais básico deste tipo é feito com suco de tomate e vodca. Acredita-se que ele pode curar uma ressaca, então normalmente ele é servido no final da manhã ou início da tarde.

A que Mary o drinque se refere?

Como a maioria das lendas, existem muitas versões diferentes e não há como saber qual é a verdadeira. Alguns dizem que o nome da bebida se refere à rainha Maria I da Inglaterra, cujo feito de queimar 300 hereges na fogueira fez com que ficasse conhecida como "Bloody Mary". Outros dizem que remete à estrela do cinema mudo Mary Pickford, e outros ainda afirmam que a bebida foi nomeada em homenagem a uma garçonete de um bar de Chicago chamado "Bucket of Blood", que se chamava Mary. Qualquer que seja a verdade, é certo que o nome da bebida também se refere ao vermelho-escuro do suco de tomate.

Quem inventou o Bloody Mary?

Uma das versões diz que o coquetel foi criado pelo cantor, ator e vencedor do Oscar como produtor de cinema George Jessel, e há alguma base para essa afirmação. Uma coluna de fofocas de 1939 chamada "This New York" (Esta Nova Iorque), escrita por Lucius Beebe, afirmava que "a nova invenção de George Jessel que está recebendo atenção na cidade é chamada Bloody Mary: metade suco de tomate e metade vodca". Outra versão conta que a bebida foi criada em 1920 por Fernand Petiot, um barman no Bar do Harry em Paris, França. Bar este que era famoso por ser o escolhido pelos escritores expatriados, como Ernest Hemingway. Uma terceira possibilidade é a de que, enquanto George Jessel criou a bebida original e o nome, foi Petiot que mais tarde a temperou com Tabasco, molho inglês e suco de limão e acrescentou o talo de aipo.

Receita clássica de Bloody Mary

A receita creditada a George Jessel era feita simplesmente com uma parte de vodca e uma de suco de tomate. A de Fernand Petiot, como impresso em uma edição de 1964 da revista "The New Yorker", era mais complicada: "Eu cubro o fundo do mixer com quatro grandes pitadas de sal, duas de pimenta-preta, duas de pimenta-vermelha e uma camada de molho inglês; em seguida, adiciono um pouco de suco de limão e um pouco de gelo picado, coloco 60 ml de vodca e 60 ml de suco de tomate espesso, agito, coo e sirvo". A receita da Associação Internacional de Bartenders é a seguinte: três partes de vodca, seis partes de suco de tomate e uma parte de suco de limão. Adicione pitadas de molho inglês, tabasco, sal e pimenta em um copo alto e em seguida despeje todos os ingredientes em copos de coquetel com cubos de gelo. Mexa delicadamente. Decore com um talo de aipo e uma fatia de limão (opcional).

Variações populares

As pessoas costumam adicionar todo tipo de coisa no Bloody Mary, incluindo proteínas como salame ou camarão. Muitas variações têm seus próprios nomes, como uma versão sem álcool chamada de "Virgin Mary" (Virgem Maria), enquanto na Austrália se usa o nome "Bloody Shame" (Vergonha Sangrenta).

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