Os papéis da mulher na Grécia Antiga

Escrito por gerri blanc | Traduzido por henry alfred bugalho
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Os papéis da mulher na Grécia Antiga
Enquanto às mulheres em Esparta era dado muito poder, em Atenas elas quase não tinham direitos (Photos.com/Photos.com/Getty Images)

A história da Grécia Antiga foi registrada quase exclusivamente por homens -- inteligentes, filosóficos e particularmente ricos. A Grécia Antiga, quando dividida entre os estados de Atenas e Esparta, sustentava dois mundos completamente diferentes para as mulheres. Enquanto às mulheres em Esparta era dado muito poder, em Atenas elas quase não tinham direitos.

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Casamento

Casamentos entre homens e mulheres atenienses eram quase sempre arranjados com o propósito em mente de preservar a propriedade e ter filhos. Garotas jovens, normalmente com 13 anos, poderiam se casar com homens muito mais velhos assim que atingissem a puberdade. Esperava-se que as esposas gerassem herdeiros e tomasse conta do lar; se elas fossem vistas nas ruas da cidade, poderiam ser confundidas com escravas ou prostitutas.

As mulheres espartanas casavam tipicamente aos 18 anos, com a presunção de que gerariam bebês saudáveis. Elas também tinham mais poder em suas uniões do que as mulheres de Atenas, pois vários historiadores gregos escreveram que as mulheres de Esparta exerciam poder sobre seus maridos. Contudo, parece que um espartano solteiro que desejasse filhos poderia pedir aos maridos para usar suas esposas para terem filhos dele. Se o marido se satisfizesse com o pedido, a mulher poderia ser dada ao homem para engravidar.

Propriedade

Às garotas do estado de Atenas eram designados um kytrios, um guardião homem, desde o nascimento. O kytrios era geralmetne o parente homem mais próximo da menina e poderia controlar cada movimento dela até que ela fosse desposada. Em Atenas, as esposas não podiam possuir propriedades, exceto pequenos objetos, como joias e escravos pessoais. Elas não podiam assinar contratos e o único direito que lhes era dado era a habilidade de participar de cultos religiosos.

As mulheres espartanas podiam ter propriedades e, de acordo com documentos históricos, possuíam 1/3 de toda a terra em Esparta. As garotas herdavam propriedade de seus pais junto com os irmãos.

Educação

As mulheres em Atenas com perspectiva de casamento não eram encorajadas a receberem educação. Os homens atenienses preferiam esposas que não falassem muito e se ativessem à limpeza, tecelagem e cuidados das crianças.

As garotas espartanas, porém, recebiam uma educação junto com os garotos e até competiam atleticamente entre elas. Elas tinham um papel muito mais poderoso na comunidade espartana, sendo sua influência inclusive reconhecida pelos homens naquela época.

Mulheres de segunda classe em Atenas

Prostitutas, chamadas de heteras, possuíam propriedade se fossem bem-sucedidas em seus trabalhos e entretivessem os homens com conversas inteligentes e com seus corpos. Como as esposas não eram consideradas como amigas, os homens tinham de se divertir em outro lugar.

Mulheres escravas em Atenas tinham vidas miseráveis, tendo de cumprir qualquer labor que lhes era exigido. A maioria vivia em bordéis, forçadas a venderem seus corpos para dar lucro ao dono do bordel.

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