Parasitas de bexiga e animais de estimação

Escrito por beth wankel | Traduzido por joão melo
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Parasitas de bexiga e animais de estimação
Vermes de bexiga em animais de estimação são raros (House Cat image by phizics from Fotolia.com)

Os vermes de bexiga são parasitas raramente vistos em animais de estimação. Em geral, só causam doença em raposas jovens, mas o cão e o gato podem apresentar dor ao urinar e desconforto geral. Na maioria das vezes, não é necessário nenhum tipo de tratamento, mas, sabendo que seu bichinho de estimação foi infectado, assegure-se de que ele não desenvolva uma doença mais séria.

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Vermes de bexiga

Os tipos de vermes de bexiga incluem a Capillaria plica, que afeta cães, e a Capillaria felis cati, que acomete gatos. Esses parasitas são mais comuns na parte oeste dos Estados Unidos e na Austrália. Os ovos devem ser ingeridos por minhocas para chegar ao segundo estágio larval. Geralmente, os vermes são transmitidos quando o animal come ou bebe algo de uma área contaminada com urina contendo os ovos. Entretanto, ele também pode contrair a infecção ao ingerir minhocas contaminadas.

Sintomas

Os sintomas decorrentes da infecção geralmente passam despercebidos pelo animal e seu dono. No entanto, os mais comuns são semelhantes aos de um infecção urinária: micção frequente e dolorosa, e desconforto na bexiga. Embora rara em cães e gatos, a doença é bastante desconfortável.

Diagnóstico

Geralmente o diagnóstico é realizado por meio da observação de ovos do parasita em amostras de urina. Como os ovos são, às vezes, confundidos com estrongilídios ou Trichuris, o diagnóstico diferencial é muito importante. Os vermes adultos só podem ser vistos e removidos por meio de cirurgia de bexiga.

Tratamento

A parasitose de bexiga em animais de estimação não possui tratamento padrão, mas, em geral, os veterinários administram ivermectina. Embora os vermes possam ser removidos por cirurgia, o veterinário só recorre a essa abordagem quando realmente necessário. A maioria dos animais sentirão pouca dor ou nenhuma.

Prevenção

As medidas preventivas incluem manter os locais em que o animal fica limpos, secos, higienizados e livres de minhocas, evitando que o bicho as ingira. Além disso, deve-se evitar que animais de canis externos tenham contato direto com o solo, colocando, por exemplo, algum tipo de cobertura sobre a terra do local.

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