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Plágio e parafraseamento

Atualizado em 17 abril, 2017

O plágio é o ato de copiar o trabalho de alguém e fazê-lo passar como seu. Sua definição, no Webster's New Universal Unabridged Dictionary é: "tomar e passar como idéias próprias, os escritos, etc, de terceiros". Em contraste, o parafraseamento significa a reformulação de informações para expressar a mesma mensagem. Não existem aspas, mas a citação ainda pode ser necessária.

Se você copiar o texto diretamente de um livro sem citar a fonte original, isso é plágio (books image by Christopher Walker from Fotolia.com)

Círculos acadêmicos

Frequentemente ouvimos sobre o plágio nos círculos acadêmicos. Estudantes, professores e pesquisadores estão sujeitos às regras de plágio e verificações. O plágio é uma forma de trapaça. As universidades comumente sujeitam seus trabalhos a verificadores de plágio online, a fim de garantir a autenticidade. A mudança de algumas palavras, a fim de passar em um verificador de plágio não é permitida. Em contraste, o parafraseamento é aceitável e mesmo essencial dentro do mundo acadêmico. Os autores reformularão as ideias dos outros, as quais expandirão depois, ao escrever um artigo. Isso é bom, desde que as teorias ou as ideias dos outros sejam devidamente citadas.

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Jornalismo

O plágio no jornalismo não é ético e pode danificar seriamente a reputação da publicação em questão. Em 2003, no "New York Times", o jornalista Jayson Blair foi acusado de plagiar histórias e inventar citações. Ele e um editor renunciaram em virtude do escândalo que as manchetes causaram em todo o mundo. Os jornalistas, muitas vezes, parafraseiam o trabalho de outros jornalistas. Isso é aceitável quando a informação é do conhecimento comum, ou seja, está disponível a partir de várias fontes. Mas, quando uma determinada peça de informação que não é de conhecimento comum e não se originou a partir da mesma agência de notícias, é adicionada a uma história, por exemplo, em uma situação de notícias de última hora, a prática ética é a de citar a paráfrase dentro do texto.

Online

Infinitas fontes de informação estão agora a apenas um clique de distância. Nesse sentido, a Internet tornou o ato de plágio mais fácil do que nunca. Ela também ajuda no encontro de informações para parafrasear, para fins de uma pesquisa mais facilitada. Alguns sites já empregam métodos para tentar desencorajar o plágio, por exemplo a proibição de cliques do botão direito do mouse sobre o seu conteúdo, de modo que não é possível simplesmente copiar e colar grandes blocos de material.

Consequências

No mundo acadêmico, o plágio é um assunto sério que traz censura acadêmica para aqueles que são pegos. Ao nível do ensino médio, um criminoso pode simplesmente perder a tarefa, mas a nível universitário, as autoridades podem decidir expulsar o aluno do curso ou mesmo da própria universidade. Para um acadêmico profissional ou professor, uma acusação de plágio, mesmo que não seja provada, pode ser o fim da carreira. O plágio pode atrair ações civis, como no caso de uma música plagiada ou de literatura.

Precauções

Vale a pena notar que o plágio ou a paráfrase não citada das idéias de outra pessoa pode ser um ato não intencional do qual o escritor não tem conhecimento. Os escritores de todos os tipos, incluindo colunistas, jornalistas, autores e os alunos devem, portanto, tomar muito cuidado com os métodos de investigação para assegurar que as palavras de outra pessoa não acabem na sua cópia. O "Columbia Journalism Review's" em Counter-Plagiarism Handbook aconselha os escritores a manterem uma pesquisa separada da escrita, não copiando e colando as palavras de outras pessoas em um projeto até que ele esteja pronto, para citá-las e utilizar uma fonte/cor diferente para os arquivos de pesquisa, assim as palavras ou idéias de outras pessoas são instantaneamente reconhecíveis e podem ser parafraseadas e citadas como necessário.

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Referências

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