Como prevenir a formação de seroma após a cirurgia de abdominoplastia

Escrito por contributing writer | Traduzido por antônio melo
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Como prevenir a formação de seroma após a cirurgia de abdominoplastia
O seroma não só retarda a cicatrização das feridas, mas pode levar a infecções e à necrose do tecido, se não tratado (Jupiterimages/Photos.com/Getty Images)

O seroma é o acúmulo de líquido sob a aba de pele resultante de um pós-operatório e a maioria das cirurgias plásticas apresentam essa complicação. Depois de uma abdominoplastia, a formação do seroma é sempre uma possibilidade. Ele não só retarda a cicatrização das feridas, mas pode levar a infecções e à necrose do tecido, se não for tratado. Juntamente com o seu cirurgião plástico, existem algumas medidas que você pode adotar para minimizar a possibilidade de desevolver um seroma.

Nível de dificuldade:
Moderado

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O que você precisa?

  • Medicamento hemostático
  • Cinta abdominal
  • Adesivo cirúrgico

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Instruções

  1. 1

    Administre um agente hemostático, como o ácido tranexâmico. Regule a dose como prescrita pelo seu médico, para evitar efeitos adversos.

  2. 2

    Meça o volume do líquido coletado no saco de drenagem, instalado ao final da cirurgia.

  3. 3

    Pulverize adesivo cirúrgico ou cola de tecido na aba, para eliminar o espaço em que a cicatriz possa formar os seromas.

  4. 4

    Use uma cinta abdominal que comprima os tecidos cortados, diminuindo o "espaço morto" do tecido e conferindo apoio abdominal.

  5. 5

    Mantenha o abdômen o mais imóvel possível nos primeiros três a seis dias após a cirurgia; isso permite que o conteúdo gástrico estabilize-se e volte à sua posição anatômica normal.

Dicas & Advertências

  • Devido à existência de drenos na cirurgia de abdominoplastia, em comparação a outra cirurgia cosmética, a ocorrência dos seromas diminuiu. Os drenos evitam a acumulação de fluido no local da cirurgia.
  • A cirurgia tradicional utiliza apenas suturas para fechar a ferida. Através da aplicação de um adesivo cirúrgico, elimina-se mais "espaço" e mantem-se os tecidos em uma posição normal, de modo que a cura possa ocorrer.
  • Limite a imobilização à área abdominal; se você permanecer imóvel em outras áreas, aumentará o risco de formação de trombos, pneumonia ortostática e úlceras de pressão.

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