Problemas no fígado após a colecistectomia

Escrito por holly huntington | Traduzido por marina villar
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Problemas no fígado após a colecistectomia
A retirada da vesícular biliar resolve alguns problemas mas pode trazer outros (Hemera Technologies/AbleStock.com/Getty Images)

Embora a colecistectomia (retirada da vesícula biliar) pode ajudar a solucionar problemas que alguém pode ter com recorrentes pedras na vesícula ou outras complicações que surgem devido à vesícula biliar, a retirada dela também pode causar novos problemas, especialmente ao fígado. Esses problemas incluem aumento da produção da bílis, enfraquecimento do fígado, anemia e até formação de pedra.

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Colecistectomia

A retirada da vesícula biliar ou colecistectomia é a remoção total do órgão que se localiza na parte superior direita do abdômen. Ela é responsável por coletar e armazenas a bílis produzida pelo fígado, como também a secreção dela nos intestinos com propósito de fazer a digestão. A vesícula pode ser removida sem trazer ameaças à vida; no entanto, a remoção pode afetar o fígado após a cirurgia, bem como a produção e armazenamento de bile e do sistema digestivo.

Relação entre fígado e bílis

Uma vez que a vesícula biliar tenha sido removida do corpo, o fígado é agora responsável por armazenar a bílis que produz e por secretá-la nos intestinos para ajudar na digestão. Mas ao contrário da vesícula, o fígado não secreta a bílis dentro dos intestinos. Portanto, o fluxo dentro dos intestinos diminui, afetando o metabolismo do alimento causando indigestão, diarreia ou constipação. Isso, em contrapartida, afeta a saúde em geral do corpo, incluindo o fígado.

Congestionamento do fígado e armazenamento de bílis

Assim como a secreção de bile diminui e começa a se acumular no fígado, o próprio fígado fica congestionado. Isso o enfraquece e afeta sua habilidade de funcionamento, bem como também do baço e pâncreas.

Formação de pedra no fígado

Em adição, o armazenamento de bile no fígado permite a cristalização da bile (tanto no fígado quando no sistema sanguíneo). Isso é devido a bílis e o colesterol dentro do fígado ficarem muito concentrados quando permanecem lá por muito tempo. Assim, as pedras que se formavam na vesícula antes da colecistectomia agora se formarão no fígado.

Fígado enfraquecido

Como somente um fígado enfraquecido pode causar a formação de pedras devido ao acúmulo de bílis, o excesso enviado ao fígado na corrente sanguínea pode causar erupções e coceira na pele. Além disso, um fígado enfraquecido não pode reciclar as células vermelhas utilizadas que são retornadas a ele com esse propósito, resultando em uma possível anemia. Conforme o corpo sofre com a falta de células vermelhas no sangue -- e com a subsequente anemia que causa -- a saúde do corpo (bem como a do fígado) também sofre.

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