O processo de clonagem de orquídeas

Escrito por benna crawford | Traduzido por rafael assis
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O processo de clonagem de orquídeas
Os cultivadores comerciais agora podem clonar orquídeas que antes cresciam apenas na natureza (Photos.com/Photos.com/Getty Images)

Um clone de orquídea é uma planta geneticamente idêntica derivada assexuadamente de uma original. A propagação vegetativa de orquídeas tem levado a uma crescente indústria de plantas de vaso para o que antes era um hobby raro e caro. Esta também é uma maneira de preservar espécies em extinção que têm sido colhidas em excesso por caçadores clandestinos e contrabandistas ou mortas pela destruição do seu habitat. A clonagem mais eficiente está além do alcance da maioria dos hobbistas, mas existem algumas maneiras fáceis de conseguir clones de orquídeas.

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Keikis

Keiki é a palavra havaiana para "bebê," e as keikis são os bebês das plantas de orquídea que se formam sobre os caules de certas orquídeas como a phalaenopsis e a dendrobiums. As minúsculas plantas são cópias exatas da planta mãe e irá produzir uma orquídea idêntica se for deixada para crescer nela. Espere para cortar as keikis até que tenham se formado raízes e duas ou três folhas. Elas podem ser removidas, plantadas em seus próprios vasos e nutridas até começarem a florir.

Propagação pelo bulbo traseiro

Os bulbos traseiros ou pseudobulbos são as canas segmentadas de algumas espécies de orquídeas que possuem uma grande seção de bulbo que armazena água e nutrientes. Os pseudobulbos irão criar novas raízes em esfagno úmido se você os podar com uma lâmina estéril aparando uma planta que cresceu em excesso. Mantenha as partes que contenham esfagno em um local aquecido, e plante as orquídeas em substrato vegetal quando elas começarem a brotar. Os pseudobulbos irão formar plantas idênticas a original e estarão prontas para florescer por muitos anos -- talvez de três a cinco anos até atingirem a maturidade.

Cultura de meristema

A cultura de meristema, também conhecida como cultura de tecido ou mericlonagem, envolve condições sofisticadas e estéreis de laboratório e é usada normalmente por cultivadores comerciais para produzirem cópias exatas de plantas floríferas. A cultura de tecido, embora exigindo um investimento inicial substancial, provê phalaenopsis baratas para a venda em supermercados e lojas de flores. Mas, ela também é usada em laboratórios de pesquisa e arboretos como o Jardim Botânico para criar mais reservas genéticas de plantas em extinção, algumas das quais são reintroduzidas na natureza. O processo usa uma porção do tecido da orquídea contido em um recipiente fechado. As condições da luz e da temperatura são rigidamente controladas. Quando o tecido clonado se transforma em plantas, elas são separadas e cultivadas até atingirem um tamanho suficiente para serem replantadas em seus próprios vasos, onde são cultivadas até atingirem a idade de florescimento.

Divisão

A forma mais básica de se obter um clone de uma orquídea é por dividi-la. Corte a planta, usando uma lâmina estéril em duas ou mais seções. Cada seção deve ter um sistema de raízes saudável em um caule novo ou cerca de três bulbos ou pseudobulbos, dependendo do tipo de orquídea. Replante as seções divididas em vasos novos, e monitore a luz e regue à medida que elas se reestabelecem. As orquídeas recentemente replantadas preferem uma aguagem suave à medida que elas se ajustam ao choque do transplante. Uma orquídea de caule único -- com folhas superiores e caule inferior longo e exposto -- pode ser cortada abaixo das folhas e um nódulo no caule que tenha várias raízes saudáveis. A planta original e a seção replantada irão formar suas novas plantas. As plantas divididas podem florescer em uma única estação. A melhor época para dividir as orquídeas é quando o novo crescimento começa no início da estação de florescimento, normalmente na primavera.

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