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Projetos de simulação de terremotos

Atualizado em 23 março, 2017

O negócio de simulação de terremotos envolve criar testes que são realistas o suficiente para estimar com precisão os danos em potencial e impactos causados por um terremoto. O problema, no entanto, costuma ser a criação de tal energia na vida real, o que envolve desafios significativos. Para contornar esse problema, algumas simulações usam a assistência de uma tecnologia moderna para recriar os efeitos, que podem ser bastante precisos se os materiais forem corretos.

Simular o dano de um terremoto de verdade é difícil em razão da escala envolvida (Jupiterimages/Photos.com/Getty Images)

Simulação em tempo real

A melhor simulação envolve a imitação de um terremoto real. Como os terremotos não podem ser gerados por comando, a melhor alternativa é criar um ambiente pequeno e trêmulo para simular seus efeitos. No entanto, se o experimento for muito pequeno, os cientistas e engenheiros não poderão determinar o verdadeiro efeito de um terremoto em estruturas reais. Assim, uma simulação em tempo real deve ser grande o suficiente para pelo menos abalar a estrutura de teste. Com fundos suficientes, pode-se criar casas falsas sobre bases de cimento que serão abaladas para imitar o efeito de um terremoto. A simulação pode então testar corretamente como a casa irá suportar vários níveis de dano.

Simulação computadorizada

Simulações de computador em pequena escala são produtos da era moderna, já que atualmente as máquinas podem criar pequenos modelos de terremotos. No entanto, como o computador ou os servidores de rede básica tentam gerenciar o mapeamento extenso e os campos de dados necessários para emular o efeito de um terremoto em uma cidade ou região, uma máquina simples não consegue lidar com a alta demanda de performance. Muitas vezes estes sistemas tendem a entrar em curto-circuito ou a estagnar devido à grande quantidade de dados e mapas gráficos.

Modelagem

Durante décadas, engenheiros e cientistas têm usado modelos básicos para emular e estudar o comportamento de um terremoto. Enquanto tais exercícios podem fornecer informações gerais sobre a física dos terremotos e como eles afetam estruturas, ainda faltam detalhes específicos. Os modelos não dizem claramente, por exemplo, a diferença do dano causado em um concreto feito há 40 anos daquele que ocorre nas estruturas reforçadas modernas.

Simulação de computador em larga-escala

Para os pesquisadores e engenheiros que têm a sorte de ter acesso a eles, os supercomputadores fornecem uma tecnologia avançada que pode ser usada nas simulações. Tal tecnologia pode facilmente acumular e calcular os dados numéricos associados às camadas de mapas, à geofísica, às informações estruturais e às regiões da cidade. Os supercomputadores podem produzir resultados de mapas de impacto de terremotos altamente detalhados, com especificação dos danos, efeitos cascata e suas implicações futuras.

Simulações de destruição

Às vezes, destruir uma estrutura pode dar informações valiosas sobre os efeitos de terremotos, mesmo que a simulação não represente o abalo real. As simulações de explosão e destruição permitem que os pesquisadores vejam os efeitos dos danos e as falhas resultantes que provocam a derrubada das estruturas. Se um terremoto pode comprometer a resistência fundamental de uma estrutura, então uma simulação de destruição pode mostrar o que acontece quando esta entra em colapso ou implode. Isto, por sua vez, garante dados valiosos sobre os danos e lesões que podem ocorrer para aqueles que estão presos no local.

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