Quais são as causas de linfomas em gatos?

Escrito por nicholas demarino | Traduzido por giovana moretti
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Quais são as causas de linfomas em gatos?
O linfoma é mais incidente em gatos que em cães e humanos (Flickr- squashbottomcat- CCA-NC-ND, Flickr- crostinidesigns- CCA-NC-ND)

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Descrição

O linfoma, às vezes chamado de linfossarcoma, é uma doença do tecido linfoide que resulta na proliferação de tumores malignos pelo sistema linfático. As áreas afetadas incluem gânglios linfáticos, amídalas, timo e quase todos os órgãos do corpo. Conforme a invasão de células cancerígenas se intensifica, os órgãos falecem. Um gato com linfoma costuma perder o apetite, vomitar ou ter diarreia e fraqueza, podendo chegar à morte.

A apresentação da doença é bastante geral, especialmente nos primeiros estágios, e é difícil de detectar. Os sintomas variam de acordo com os órgãos que são afetados, embora a progressiva falta de apetite, letargia e perda de peso são comuns na maioria das formas. Outros sintomas incluem diarreia crônica, vômito e dificuldade para respirar, embora todos estes possam indicar outras condições. O tipo mais comum de linfoma em felinos é o intestinal, embora ele possa começar em qualquer lugar e se espalhar por todo o corpo. Há formas multicêntricas, mediastinais e alimentares de linfoma, embora os tumores se espalhem similarmente em todas elas.

Causas

Gatos têm incidências de linfoma maiores que cães ou humanos. A disposição genérica é, talvez, o maior fator no desenvolvimento de um linfoma, embora a exposição ambiental aos carcinógenos também seja uma causa bem frequente. Embora não haja predileção por raça ou sexo para que os gatos desenvolvam essa condição, os gatos mais velhos, de 9 ou 10 anos, têm maior incidência da doença. No passado, a faixa etária era menor devido à difusão de leucemia felina, que se apresentava como um linfoma mediastinal, no qual os tumores se originam na cavidade do peito. Embora o linfoma seja fortemente associado ao vírus de leucemia felina, aparecendo em 70% dos casos comórbidos, apenas 20% dos gatos afetados atualmente têm a leucemia. O vírus de imunodeficiência felina aumenta seis vezes a chance de um gato desenvolver o linfoma.

Fatores ambientais, tais como a exposição aos carcinógenos, também desempenham um papel no desenvolvimento da leucemia, embora hajam poucas evidências para isso. Alguns estudos mostram que a exposição à fumaça de cigarro pode dobrar o risco de um gato desenvolver linfoma. Uma teoria de longa data que liga o linfoma felino à doença inflamatória tem ainda de ser provada ou refutada.

Quais são as causas de linfomas em gatos?
A exposição à fumaça de cigarro dobra o risco de um gato desenvolver a doença

Tratamento

A quimioterapia é bem comum como tratamento de linfoma felino. Cerca de 7% dos gatos que passam pelo procedimento exigem hospitalização devido aos efeitos colaterais, embora a maioria possa voltar para casa. Muitas vezes, mais de um medicamento de quimioterapia é administrado. Embora os bigodes possam cair, a perda de pelos substancial não é efeito colateral comum de quimioterapias em animais. Geralmente, ela apresenta bons resultados, embora a cura não seja comum. Gatos que sofram da doença costumam viver por seis meses. Em geral, quanto mais jovem e saudável for o gato, mais fácil será para ele se recuperar. Um especialista pode receitar novos medicamentos e tratamentos experimentais.

A cirurgia pode ser recomendada, embora ela geralmente seja utilizada para remover um problema imediato e de ameaça à vida causado pelo linfoma. A radiação também pode ser usada em pontos extremamente localizados.

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