Quais são as implicações da probabilidade para a economia agrícola?

Escrito por elaine kub | Traduzido por amanda nunes
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Quais são as implicações da probabilidade para a economia agrícola?
A estatística ajuda economistas agrícolas a estudar como produtos agrícolas se movem ao redor da Terra (Stephen Schauer/Lifesize/Getty Images)

O estudo da economia agrícola é muito mais do que apenas o estudo de como cultivar safras ou criar um rebanho de gado rentável -- de fato, é esse campo que desenvolve nosso entendimento sobre como a comida, fibra e energia é produzida e trocada ao redor do mundo para atender as necessidades de um mundo faminto. Como tal, é importante para um economista agrícola entender probabilidade e estatística, da mesma forma que seria para qualquer economista. Quase toda relação econômica estudada pode ser resumida a uma expressão quantitativa de probabilidade.

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Um entendimento da economia agrícola

Economia agrícola (ou "ag econ") pode ter começado como um campo de estudo relacionado inteiramente com o cultivo de safras mais eficiente, mas como o campo da agricultura tornou-se mais sofisticada, e a "ag econ" cresceu com ela. Ela agora parece muito mais com a economia tradicional -- o estudo dos suprimentos e da demanda -- apenas aplicada especificamente para mercados agrícolas. Isso não é tão limitante quanto você pode achar: agricultura emprega mais de quarenta por cento dos trabalhadores do mundo e alimenta todos nós. O comércio global de agricultura responde por toda a comida, um pouco da energia e, a maior parte do abrigo e roupas usadas pela humanidade.

Relações fundamentais estudadas

No campo da economia agrícola, um pesquisador pode descrever qualquer uma das infinitas relações entre as quantidades de suprimento e demanda observadas dentro de um mercado (ou economia), ou entre diferentes mercados. Exemplos incluem: relações de preço entre os produtos agrícolas, efeitos de substituição entre os mercados agrícolas, a relativa eficiência de produzir um produto agrícola em uma localidade comparada a outro produto ou localidade, o efeito relativo de certas práticas de comercialização de grãos, ou os sistemas de comércio usados por várias economias mundiais.

Quais são as implicações da probabilidade para a economia agrícola?
Grãos de soja são um produto agrícola cujo comércio depende de muitos fatores (Jupiterimages/Photos.com/Getty Images)

Usando estatística para estudar as relações

Ao estudar os suprimentos e demanda, um economista deve efetivamente descrever suas observações para extrair conclusões úteis a partir delas, e ser capaz de dividi-las com o resto do mundo. Não é suficiente dizer que a demanda para bife é maior do que o suprimento de bife, ou que a demanda para alimentação a partir do trigo será maior quando o preço do milho for maior. O economista deve expressar essas ideias e relações em uma maneira mais precisa e objetiva. Portanto, economistas se voltam para a estatística para descrever precisamente as observações econômicas. Um estudo pode encontrar que certa política do governo eleva os preços das safras setenta e dois por cento do tempo, por exemplo, que não é somente uma observação estatística, mas uma que envolve diretamente a expressão de uma probabilidade.

Exemplos de probabilidade

O uso de probabilidades na economia agrícola nos permite a colocar números concretos atrás de ideias gerais de quão provável algo está para acontecer no futuro (tipicamente baseado em quão frequentemente o evento aconteceu no passado). Probabilidade é portanto utilizada como uma medida de risco, particularmente o risco de mudança dos preços de mercado. Também pode ser usada como medida de probabilidade de certos comportamentos humanos afetarem um resultado econômico, ou para conduzir um "caminho de análise" estocástico que pode medir quantitativamente resultados potenciais em um sistema que constantemente submete-se a mudanças aleatórias. Mesmo se um economista agrícola nunca estuda risco ou resultados futuros, ele ainda deve se tornar familiar com a probabilidade como ela é usada para descrever a confiança de um estudo estatístico retrógrado.

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