Saúde

Quais são as principais funções do sistema reprodutor feminino?

Escrito por carole wegner | Traduzido por vanessa arnaud
Quais são as principais funções do sistema reprodutor feminino?

A gravidez é a função principal do sistema reprodutor

baby's bootees image by AGphotographer from Fotolia.com

Quando se trata de gerar bebês, as mulheres fazem todo o serviço pesado. As partes do sistema reprodutor feminino trabalham juntas em uma sinfonia de funções que começam com a fertilização e terminam no nascimento do bebê.

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Ovários: óvulos e produção hormonal

Os ovários, órgãos reprodutores femininos, possuem duas funções principais: produzir gametas femininos (chamados óvulos ou oócitos) e hormônios (estrogênio e progesterona) que regulam as funções ovarianas. Uma menina já nasce com todas as células germinativas que terá ao longo da vida. Quando chega à puberdade, algumas destas células se tornam oócitos maduros mensalmente e são liberados do ovário. A produção de hormônios por glândulas no sistema nervoso central é responsável por regular a produção de hormônios no ovário e regular o ciclo menstrual. Todo mês, um ou dois óvulos maduros são liberados do ovário e seguem pelas trompas de Falópio.

Trompas de Falópio: Local de fertilização

As trompas de Falópio são o local natural da fertilização onde o óvulo e o espermatozoide se encontram. As trompas conectam a superfície do ovário ao útero. O oócito ovulado é liberado em uma das trompas pelas terminações, chamadas fímbrias, que se movem sobre a superfície ovariana. Durante a relação sexual, ocorre o depósito de esperma na vagina. Da vagina, o esperma segue até o cérvix e entra no útero e, depois, do útero até as trompas de Falópio, onde o espermatozoide encontra o óvulo e o fertiliza. O ambiente da trompa de Falópio é adequado para a sobrevivência do espermatozoide e para a fertilização. O gameta masculino pode sobreviver por vários dias no trato reprodutor feminino, esperando por um óvulo. O oócito apresenta uma vida mais curta após a ovulação, não sendo mais possível fertilizá-lo após 24 horas. Uma vez fertilizado, o embrião formado passa vários dias se movimentando pela trompa de Falópio durante as primeiras divisões, que produzem mais células conforme o embrião cresce. Quando completa sua trajetória pela trompa, alcança o estágio de desenvolvimento de blastocisto e está pronto para se implantar no útero.

Útero: implantação do embrião e desenvolvimento

O blastocisto apresenta dois tipos celulares, constituindo a trofoderme e a massa celular interna. A massa celular interna é feita por células que evoluem para formar o bebê em si. As células da trofoderme originam a parte fetal da placenta, que alimenta o bebê em desenvolvimento. As células epiteliais do útero normalmente descamam durante o fluxo menstrual, a menos que a mulher engravide. Quando ela está grávida, o embrião produz um hormônio chamado gonadotrofina coriônica (HCG) cuja sinalização impede a descamação do útero. O blastocisto se aloja no revestimento do útero e começa a se aprofundar em camadas celulares mais internas para entrar em contato com a corrente sanguínea materna e conseguir nutrientes. O útero é onde o embrião se implanta, forma a placenta e continua a crescer até que se dê o nascimento.

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