Quais são os tratamentos para a distrofia de Fuchs

Escrito por angie mansfield | Traduzido por vanessa santos
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Quais são os tratamentos para a distrofia de Fuchs
A distrofia de Fuchs é uma condição que afeta a córnea (Hemera Technologies/AbleStock.com/Getty Images)

A distrofia de Fuchs é uma doença ocular, sendo o principal motivo dos transplantes de córnea nos Estados Unidos. Ela progride lentamente e médicos podem algumas vezes ver as primeiras indicações da doença em um paciente que tem entre 30 ou 40 anos, mas o enfraquecimento da visão geralmente não se inicia até seus 50 ou 60 anos.

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O que é?

A distrofia de Fuchs é também chamada distrofia endotelial de Fuchs ou distrofia corneal de Fuchs, devido a ela afetar o endotélio, que é uma fina camada de células que reveste a parte interna da córnea. Essas células são responsáveis por ajudar a bombear fluido extra para fora da córnea. Em um paciente portador da distrofia, elas começam a morrer, o que resulta em um acúmulo de fluido, que por sua vez provoca inchaço e opacidade da córnea.

Causas

A causa da distrofia de Fuchs é desconhecida, embora ela possa ser herdada; se ambos os pais têm a condição, o filho tem 50% de chance de também tê-la. Ela afeta ligeiramente mais mulheres do que homens.

Sintomas/complicações

Os sintomas da distrofia de Fuchs incluem dor no olho, visão enevoada, sensibilidade a luz ou enxergar halos coloridos ao redor das luzes, além de piora da visão ao longo do dia. Com o progresso da doença, complicações como perda da visão ou dor severa e frequente também podem se desenvolver.

Diagnóstico

Um exame com uma lâmpada de fenda pode ajudar o médico a determinar se um paciente tem a distrofia de Fuchs. Esse exame utiliza um microscópio de baixa potência e um feixe fino de luz de alta intensidade para analisar as estruturas da parte frontal do olho.

Outros testes, como o paquímetro (que mensura a espessura da córnea), um microscópio de exame especular (inspeciona as células endoteliais) e um exame de visão podem ajudar a determinar a progressão da doença.

Tratamento

Existem tratamentos que aliviam os sintomas da distrofia de Fuchs, como os colírios que retiram o fluido para fora da córnea, lentes ou cirurgia para cobrir feridas que possam aparecer na superfície.

A única cura, no entanto, é o transplante de córnea, seja ela por substituição completa ou, no caso de ceratoplastia lamelar profunda, usando tecido de um doador para substituir as camadas internas da córnea. A ceratoplastia pode ser a melhor opção para alguns pacientes, pois ela não necessita de pontos e o tempo de recuperação é mais rápido.

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