O quão bom é o óleo de algodão para fritura de imersão?

Escrito por athena hessong Google | Traduzido por joanna dalleth
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O quão bom é o óleo de algodão para fritura de imersão?
Fritura em imersão (Thinkstock/Comstock/Getty Images)

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Óleo de algodão

Americanos usam o óleo de algodão para cozinhar desde 1800. Por volta da década de 1940, o óleo de soja começou a substituir o óleo de algodão por ter uma margem de preço 10 a 15 por cento menor, porém o óleo de algodão ainda permanece com um terço dos 397 800 000 kg (em 2007) das vendas comerciais, que vão para as produtoras de lanches. A demanda do óleo de algodão por fabricantes de alimentos fritos o impediu de ser amplamente disponibilizados para os consumidores, mas produtos feitos com ele estão nos corredores de supermercados e nos menus em restaurantes.

Estabilidade

Produzido a partir de sementes de algodão prensadas, que sobram do processo de descaroçamento do algodão, o óleo de algodão contém uma percentagem mais elevada de gorduras saturadas que outros óleos, de 23 a 28 por cento. Isto contribui para a sua estabilidade para cozinhar e longa duração, devido à sua rancidificação lenta. Óleos tornam-se rançosos com a exposição ao oxigênio, água ou partículas de comida. Quanto maior a porcentagem de gorduras saturadas em um óleo,mais tempo leva para que ele se degrade e torne-se rançoso. A degradação do óleo de cozinha pelo ranço prolonga o tempo de cozimento, prejudicam os sabores e o ponto de fumaça torna-se mais baixo.

Fritura em imersão

A demanda pela fritarura em imersão sem gorduras trans resultou em muitos restaurantes e empresas evitando óleos parcialmente hidrogenados em troca de óleos naturalmente estáveis​​, como o de algodão. Classificado como um "óleo pesado", juntamente com os óleos de amendoim e milho, o óleo de algodão tem um alto ponto de fumaça, sabor neutro e uso prolongado em comparação com outros óleos. O óleo de algodão solta fumaça a 232 °C, devido à sua longa estrutura da cadeia de ácidos graxos.

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