Mais
×

TAD e reações à transfusão de sangue

Atualizado em 13 junho, 2017

Em uma transfusão de sangue, você recebe sangue através de um tubo intravenoso. Um dos riscos desse procedimento se trata de uma reação hemolítica retardada. O exame para verificar esse risco é o teste de antiglobulina direto (TAD), ou de Coombs.

Talvez você precise de uma transfusão de sangue após começar uma cirurgia (blood image by Andrey Rakhmatullin from Fotolia.com)

Quem precisa do teste

Se estiver com risco de uma reação hemolítica retardada após uma transfusão, você pode precisar realizar esse teste. As pessoas com maior risco são as mulheres que já engravidaram e quem já fez transfusões de sangue. Talvez você tenha precisado de uma transfusão se já passou por uma cirurgia cardíaca, uma doença que lhe causou anemia ou perda de sangue ou um distúrbio hemorrágico.

Sintomas

Essa reação pode se desenvolver de quatro dias a um mês após a transfusão. O paciente pode não apresentar sintoma algum ou ter um pouco de febre. Exames laboratoriais podem demonstrar uma diminuição do hematócrito, aumento da bilirrubina no sangue e hemoglobina na urina.

Como funciona

O técnico de laboratório mistura sua amostra de sangue com o reagente Coombs para que seu sangue entre em contato com certos anticorpos. Se esse procedimento der positivo, o próximo passo é procurar por imunoglobulina G (IgG) e pelo fator de complemento C3d utilizando um reagente separado e verificando uma alteração da coloração.

Interpretação

O técnico avalia os resultados e chega a uma conclusão sobre se o paciente possui uma reação hemolítica retardada. As considerações incluem a intensidade de alteração da cor, histórico do paciente e fatores de riscos, como gravidezes anteriores.

Cite this Article A tool to create a citation to reference this article Cite this Article