Comportamento

Como reduzir os gastos de consumo

Escrito por gail cohen | Traduzido por vitoria felix
Como reduzir os gastos de consumo

Congele os cartões de créditos de várias formas para poder ter um controle sobre os seus gastos

Quando o mundo começou a experimentar dificuldades financeiras como um resultado de um mercado imobiliário real implodindo, negócios bancários duvidosos e ações de mercado em 2007, os consumidores foram levados à conclusão de que estavam gastando demasiadamente e correndo muitos riscos financeiros. Os mais experientes começaram a ajeitar a casa, reduzindo os gastos e sendo mais conservadores no gerenciamento de seu crédito. Se você estiver interessado em começar uma brigada de redução de gastos, comece com esse artigo.

Nível de dificuldade:
Moderadamente desafiante

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Instruções

  1. 1

    Entenda as ramificações de um débito sem controle criando um orçamento real para você e sua família. Descubra como a disponibilidade de crédito ao consumidor, a inflação dos preços de imóveis e a propensão para comprar tem afetado suas finanças e tome medidas para mudar isso fazendo um sério compromisso com o planejamento financeiro futuro.

  2. 2

    Diminua a quantidade de cartões de crédito que você tem na carteira. Alugue o filme "Maxed Out" na sua locadora preferida e veja como é fácil se tornar uma vítima inocente da manipulação do empreendedor e dos comerciantes com apelo emocional que se tornaram mestres em nos instigar. Mantenha apenas um cartão de juros baixos para emergências e pague-o mensalmente. Se você tiver mais de um cartão, congele-os (no momento em que ele descongelar você já terá tido tempo de pensar se você realmente precisa daquela compra tentadora) ou elimine a tentação cortando todos os cartões e adotando um sistemas de gastos pessoais apenas em dinheiro.

  3. 3

    Reavalie a maneira com a qual você responde a apelos visuais. Revistas, televisão, filmes e outras mídias são muito habilidosos em convencer consumidores de que o seu vestido preferido, celular, casa ou carro não são bons ou brilhantes o suficiente, e precisam ser substituídos por uma cor nova, um modelo novo, uma casa maior e de melhor vizinhança. Pense duas vezes antes de se deixar levar por tais mensagens.

  4. 4

    Procure um planejador financeiro, gerente de crédito ou consolidador de dívidas se os seus gastos atingiram um nível esmagador. Escolha uma organização sem fins lucrativos para evitar levar golpes daqueles que se oferecem para acabar com as suas dívidas enquanto cobram taxas absurdas para fazer o trabalho. Consolidadores de dívidas profissionais tem o poder de negociar em nome dos consumidores para diminuir os juros, reduzir a dívida original e negociar um maior prazo de pagamento.

  5. 5

    Torne-se um consumidor inteligente comparando preços, visitando lojas de segunda mão e brechós, trocando roupas de crianças com amigos e parentes e colocando à venda no Mercado Livre o que você não quer, não usa ou não precisa precisa ou em outro lugar ao invés de ocupar espaço guardando tudo o que você comprou.

  6. 6

    Pague tudo apenas com dinheiro. Compre com descontos. Refreie o impulso de comprar. Pense antes de dirigir, para poder manter as contas de combustível baixas, e seja diligente com o sistema de climatização para que contas de luz exorbitantes não sabotem o seu orçamento. Estabeleça planos de economia automáticos que mandem dinheiro para uma poupança, e não para sua carteira. Entenda que o mercado imobiliário não é um sacrossanto e o mercado de ações nem sempre é arriscado. Redefina seu conceito de riqueza.

  7. 7

    Mantenha-se focado. É fácil adotar um estilo de vida simples quando medo está conduzindo seus gastos consumistas. Depois que a crise passa, os velhos hábitos retornam. O economista da Ohio State University, Jay Zagorsky, Ph.D., descobriu que " depois de 9 dos 10 recessos da Segunda Gurra Mundial, quando as pessoas se sentiram mais pobres, a taxa de poupança aumentou por 3 a 5 anos e depois caiu de novo, quando a expansão econômica retornou e eles se sentiram mais ricos". Talvez dessa vez a história não esteja condenada a se repetir.

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