Religiões na Idade Média

Escrito por helen harvey | Traduzido por rayssa amorim
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Religiões na Idade Média
Jerusalém é sagrada para os cristãos e muçulmanos (Jupiterimages/Photos.com/Getty Images)

O catolicismo romano e o islamismo eram as religiões predominantes durante a Idade Média, também conhecida como Era Medieval, que durou aproximadamente do ano 500 d.C até 1400 d.C, embora haja discordância sobre o assunto entre os historiadores. O islamismo era praticado no Oriente Médio e, na Europa, a única religião reconhecida era o cristianismo, na forma do catolicismo romano. A igreja era uma força dominante na vida de todos, fossem eles plebeus ou nobres. O Grande Cisma e as Cruzadas forem eventos marcantes na história do cristianismo.

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Cristianismo

O cristianismo se desenvolveu a partir do judaísmo no século 1 d.C. Ele é baseado na crença de que Deus é o criador do universo. Os cristãos acreditam que Jesus fora concebido pelo Espírito Santo de Deus, nascido da Virgem Maria e que ele é, portanto, seu filho. Juntos, Deus e Jesus são um só. O texto sagrado do cristianismo é a Bíblia, incluindo ambas as escrituras hebraicas conhecidas como o Velho e o Novo Testamento.

Islamismo

O islamismo é a religião monoteísta dos muçulmanos, e a mais nova entre as religiões predominantes. O profeta Maomé a introduziu em 610 d.C, após ter recebido a visita do anjo Gabriel. Maomé recitou o Alcorão, o qual os muçulmanos acreditam ser a palavra literal de Deus.

Cisma Ocidente-Oriente

A relação entre os ocidentais de língua latina da Igreja Cristã e os orientais de língua grega do Império Bizantino entrou em crise em 1054, quando o Grande Cisma provocou a divisão das igrejas orientais e ocidentais. A separação foi teológica, doutrinal, política e geográfica. Ela levou a criação da Igreja Católica moderna e das Igrejas Ortodoxas Orientais.

As Cruzadas

As Cruzadas foram movimentos militares empreendidos durante um período de 196 anos, entre 1095 e 1291. Elas foram travadas por grande parte da Europa católica romana, principalmente pelo Sacro Império Romano e os francos da França contra os muçulmanos do Oriente Médio. O propósito desses movimentos era restaurar o controle do cristianismo sobre a Terra Santa, especialmente Jerusalém. Devido à sua importância na vida de Jesus, Jerusalém era, e ainda é, sagrada para os cristãos. Assim como ela era, e permanece sendo, importante para os muçulmanos, graças à sua associação com Maomé, fundador do islamismo. Os cristãos perderam a batalha, e o Império Bizantino foi sucedido pelo Otomano, que ocupou a Terra Santa até o início dos anos de 1900.

Judaísmo

Em 600 d.C, a conclusão do Talmude forneceu a base para a reorganização da vida judaica de acordo com os preceitos rabínicos, e os seguidores do judaísmo se deslocaram. Alguns deles permaneceram na Terra Santa, mas muitos viajaram e se estabeleceram por toda a Europa.

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