As seis principais escolas de pensamento na psicologia

Escrito por david koenig | Traduzido por josé fabián
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Toda disciplina acadêmica, desde a literatura e a história até a sociologia e a teologia, tem teorias ou "correntes" opostas, isto é, perspectivas diferentes a partir das quais estudar o assunto. A psicologia, o estudo da mente, possui centenas de teorias e subteorias, mas é possível identificar seis escolas de pensamento principais que todo estudante da disciplina deve conhecer.

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Funcionalismo

O funcionalismo possui a maior influência entre as teorias da psicologia contemporânea. Essa corrente tenta descrever os pensamentos e o que fazem sem questionar como o fazem. Para os funcionalistas, a mente lembra um computador, e para entender esses processos, você precisa olhar para o software (o que faz) sem ter que entender o hardware (o que permite que tudo seja feito).

Psicologia de Gestalt

De acordo com essa corrente, a mente humana funciona interpretando dados seguindo várias leis, regras ou princípios de organização, transformando a informação parcial em um todo. Por exemplo, a sua mente pode interpretar uma série de linhas como um quadrado, mesmo que estas não estejam completas, pois os espaços são completados. Os psicólogos da corrente Gestalt aplicam essa lógica à resolução de problemas para ajudar os pacientes.

Psicoanálise

A teoria psicoanalítica, originada com o Sigmund Freud, explica o comportamento humano em termos da mente subconsciente. Freud sugeriu que o instinto de buscar o prazer, descrito por ele como de natureza sexual, se apoia na raíz do desenvolvimento humano. Até o desenvolvimento das crianças, ele disse, está ligado às etapas principais ao descobrir esse prazer, através de atos como ser amamentado e defecar, e tratou o comportamento anormal dos adultos focando nisso.

Behaviorismo

Na década de 1950, B. F. Skinner realizou experimentos com animais como ratos e pombos, demonstrando que estes repetiam certos comportamentos quando os associavam com recompensas em forma de comida. Os behavioristas creem que observar o comportamento, em vez de tentar analisar o funcionamento da própria mente, é a chave da psicologia. Isso abre a disciplina a métodos experimentais com resultados que podem ser replicados da mesma forma que qualquer outro método científico.

Psicologia humanística

Os humanistas ensinam que para entender a psicologia é preciso olhar para as motivações de cada indivíduo. A "pirâmide das necessidades" de Abraham Maslow é um exemplo dessa abordagem: um sistema de necessidades, como comida, amor e autoestima, determina o comportamento de uma pessoa em vários âmbitos. Satisfazê-las leva a uma sensação de auto-satisfação e resolve problemas psicológicos.

Cognitivismo

A psicologia cognitiva segue ao behaviorismo entendendo a mente através da experimentação científica, mas difere ao aceitar que os psicólogos podem estudar e entender o funcionamento interno da mente e seus processos. Rejeita a psicoanálise, pois considera que as teorias dessa corrente são subjetivas e não podem ser analisadas cientificamente.

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