Símbolos para conscientização sobre o câncer de mama

Escrito por ellen ciurczak | Traduzido por agmar vitti
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Símbolos para conscientização sobre o câncer de mama
O laço cor-de-rosa é o símbolo mais conhecido (Charity Plush, Flickr)

O símbolo mais conhecido mundialmente em referência ao combate do câncer de mama é o laço cor-de-rosa. As fitas têm sido usadas para expressar solidariedade com a causa desde o início do século 20. De acordo com o site oficial do laço cor-de-rosa, ele já é conhecido nos cinco continentes. Existem outros símbolos menos conhecidos que são derivados dele. Um deles é o símbolo do sobrevivente do câncer de mama. O outro é a fita do cossobrevivente.

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Primeiro uso do laço cor-de-rosa

De acordo com o site "PinkRibbon.org", o laço cor-de-rosa foi associado ao câncer de mama pela primeira vez em 16 de junho de 1990. Neste dia, a Fundação Susan G. Komen promoveu a "Race for the Cure" (Passeata anual para a cura) em Washington, capital dos EUA. Os organizadores distribuíram fitas e viseiras rosas para alguns dos 8.500 participantes. Um ano depois, a fundação distribuiu laços cor-de-rosa para cada um dos participantes da passeata, realizada em Nova Iorque.

Uso contínuo do laço cor-de-rosa

A associação entre o laço cor-de-rosa e o câncer de mama popularizou-se em 1992, quando a revista Self o usou na edição de outubro, reconhecendo-o como mês nacional da conscientização sobre o câncer de mama nos EUA. A publicação ajudou a chamar a atenção na América do Norte para o laço cor-de-rosa e o movimento de consciência sobre o câncer de mama começou a crescer. Em outubro de 1997, o site "pinkribbon.com" foi lançado. Ele era um espaço dedicado ao despertar da consciência e angariação de fundos para o combate ao câncer de mama.

Reconhecimento internacional do laço cor-de-rosa

O laço cor-de-rosa se tornou conhecido em escala mundial devido aos esforços do empreendedor holandês Walter Scheffrahn. Em 1997, Scheffrahn dedicou 10% da infraestrutura de sua empresa no esforço de expandir o símbolo globalmente, em nome de sua irmã, que teve câncer de mama. Ele apresentou a ideia da campanha de cinco estratégias para a conscientização internacional sobre o câncer de mama, que se baseava na defesa da causa, alianças, alinhamento, acreditação e consciência.

Críticas ao laço cor-de-rosa

Algumas organizações criticam o laço cor-de-rosa. O grupo Breast Cancer Action, de São Francisco, Califórnia, patrocina uma campanha anual chamada "Think Before You Pink" (Pense antes de virar rosa). Ele conclama os apoiadores a não comprarem as centenas de produtos envolvendo a fita rosa que são comercializados todo mês de outubro, mês da consciência sobre o câncer de mama. O grupo quer saber para onde vai o dinheiro da venda desses produtos e quais deles, como carros e cosméticos, contêm ingredientes que contribuem para o câncer.

Símbolo dos sobreviventes

Uma sobrevivente do câncer de mama chamada Teddy Pastras inventou um símbolo para os sobreviventes em 11 de novembro de 2002, o dia em que ela foi diagnosticada como tendo câncer de mama. O símbolo é uma espada rosa cortando as letras B e C (iniciais de "Breast Cancer", câncer de mama em inglês). Pastras afirma que a espada simboliza a luta para vencer a batalha contra o câncer de mama. Hoje, Pastras está livre do câncer. Ela estima que seu símbolo seja usado como um broche por mais de 50.000 mulheres ao redor do mundo.

Símbolo dos cossobreviventes

A instituição "Susan G. Komen for the Cure" surgiu com a proposta de um laço de cossobrevivente para a família, amigos, profissionais da saúde e colegas que ofereceram apoio às portadoras de câncer de mama, do momento do diagnóstico até o período pós-tratamento. A fita do cossobrevivente é uma fita rosa e branca que reconhece a relação entre as pacientes de câncer de mama e seus cossobreviventes.

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