Sobre a armadura romana

Escrito por michael hinckley | Traduzido por luísa epifânio
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Sobre a armadura romana
A proteção do exército romano era a sua armadura (Hemera Technologies/PhotoObjects.net/Getty Images)

As legiões romanas avançando deviam parecer uma parede de metal viva. Suas lanças, escudos e, especialmente, sua armadura eram um corpo de aço, ferro, latão e bronze. A proteção do exército romano, sua armadura, era mais do que exibição, era uma proteção significativamente durável para um exército bem disciplinado enfrentando tanto hordas bárbaras e outras civilizações, como os cartagineses.

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História

A armadura romana foi originalmente projetada para imitar o modelo grego da época: tornozeleiras, capacete e o couraça feita de bronze dos hoplitas grego. Essa armadura, no entanto, era pouco útil em um terreno acidentado e contra os adversários astutos que os romanos enfrentavam, e assim, no século IV a.C., após o saque de Roma pelos gauleses, o exército romano começou a mudar seu armamento e táticas, incluindo a sua armadura.

Importância

A armadura romana começa pelo capacete, que era em forma de tigela, com proteção articulada para as bochechas e um pedaço de metal fundido na parte traseira. A proteção das bochechas desviava quase todos os golpes do rosto. Sobre a testa, havia uma crista de metal, geralmente de bronze ou de aço, que desviava ataques descendentes semelhantes. A parte alargada na traseira do capacete protegia a parte de trás do pescoço do legionário. Não era incomum que os soldados romanos gravassem seus nomes, regimento e classe em seus capacetes e acessórios do capacete.

Função

A armadura romana tinha três variedades, com aumento dos níveis de proteção; cota de malha, cota de escamas e a cota de talas ou chapas. A cota de malha foi introduzida após as primeiras reformas e durou por volta dos século I e II a.C.. Como o nome indica, ela era uma roupa de proteção feita de elos de corrente entrelaçados que forneceram proteção contra perfuração e cortes. Esses elos eram geralmente costurados em couro ou linho de apoio, tanto para preencher a armadura quanto para adicionar algum amortecimento extra para absorver os golpes.

Linha do tempo

A cota de escamas é feita imitando as escamas de um peixe ou réptil. As escamas sobrepostas de bronze ou de ferro foram costuradas em uma roupa acolchoada ou pedaço de couro grosso (túnica). Esse tipo de armadura era uma melhoria da cota de malha, na qual as escamas eram resistentes e mais fáceis de substituir se fossem danificadas ou perdidas. Essa armadura também espalhava a energia de um golpe com muito mais eficácia do que a cota de malha. Ela foi adaptada por volta do século I a.C. e a mais usada na história do Império Romano.

Aspectos

A armadura de chapa ou talas era semi-rígida, com faixas horizontais de ferro sobre uma armação de couro. Esse tipo de armadura era muito mais pesado que os outros, mas oferecia uma melhor proteção, principalmente em comparação com a cota de malha de anos anteriores. As chapas tornaram-se verticais para proteger os ombros. Ela era ligeiramente articulável nas laterais para o deslocamento e amarrada com cordas de couro na parte da frente. Sua produção era relativamente cara e ela era muito pesada para os legionários romanos vestirem, por isso só foram amplamente utilizadas por volta século I e III a.C.

Tamanho

As pernas e os braços dos legionários romanos também eram protegidos por armaduras. As tornozeleiras — grandes placas para proteger as coxas e canelas, que eram afiveladas ou amarradas no lugar — eram usadas no início, mas aos poucos saíram de moda no período da República e no começo do Império. A armadura para os braços, no entanto, manteve-se em uso, proporcionando proteção e mobilidade. Essas armaduras eram feitas de bronze ou ferro.

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