Sobre os Jacobinos e a Revolução Francesa

Escrito por james withers | Traduzido por marcelo couto
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Sobre os Jacobinos e a Revolução Francesa
Conheça o papel dos Jacobinos na Revolução Francesa (Drapeau Français image by ParisPhoto from Fotolia.com)

Interferir na economia de uma nação pode trazer resultados fatais. O legado dos Jacobinos prova que essa afirmação é verdadeira. Os Jacobinos subiram ao poder durante a Revolução Francesa (1789 a 1799) como facção política conservadora que iniciou um movimento de reforma em 1789. Inicialmente, os Jacobinos procuravam instituir uma reforma leve mas, eventualmente, se tornaram violentos em oposição aos seus adversários. Em 1794, os Jacobinos derrubados depois de sofrerem críticas por imporem reformas políticas fracassadas, como impôr um máximo, uma estratégia falida de fixação de preços feita para controlar a inflação.

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O clima político

Os Jacobinos surgiram em 1789 em um clima político cheio de descontentamento. Uma vez um clube exclusivo para membros da elite francesa, eventualmente os Jacobinos se colocaram como proponentes para uma constituição representativa. Eles também se alinharam com outros partidos que defendiam opiniões similares. Inicialmente, foram vanguardas de reformas, como a separação da igreja do Estado e do sufrágio universal. Entretanto, suas opiniões se tornaram rapidamente menos convencionais conforme as mudanças políticas se aceleraram na França.

A ascensão dos Jacobinos

Quando o rei Luís XVI foi capturado em 1791, os Jacobinos e outros grupos políticos ficaram encarregados de decidir seu destino. Esses grupos não discutiram a culpa do rei, mas sim como ele deveria ser punido e os Jacobinos foram enfáticos ao declarar que ele deveria ser executado. Devido à falta de popularidade do rei, a opinião dos Jacobinos foi favorecida por muitos dos deputados parisienses e pelo público em geral.

A queda do rei

Menos que uma figura caída, o rei era visto como um traidor da nação francesa e foi acusado de crimes dos quais teve pouco chance de se defender. A maioria dos deputados parisienses, influenciados pelas opiniões dos Jacobinos, afirmou que foi cúmplice em "conspirações contra a nação" e votou pela sua execução. Em 21 de janeiro de 1793, o rei foi decapitado na guilhotina depois de dizer "(...) e eu peço a Deus que o sangue que estão prestes a derramar nunca seja visitado na França". Infelizmente, os Jacobinos não estavam atentos ao apelo do rei.

A queda dos Girondinos

Com a formação do Comitê de Segurança Pública em 1793, os Jacobinos foram capazes de impor valores conservadores com a ajuda da guilhotina. A Convenção Nacional deu ao Comitê o poder de executar pessoas que fossem uma ameaça aos interesses nacionais, e ele tirou vantagem, executando milhares no curto período de alguns meses. Opositores aos Jacobinos, incluindo os moderados Girondinos, foram presos e mortos. Isso colocou os Jacobinos em uma posição sem precedentes de poder.

A queda de Robespierre

Como o objetivo inicial da Revolução Francesa era dissolver o poder da monarquia e dividi-lo entre os representantes da nação, muitas pessoas ficaram ofendidas com o fato dos Jacobinos começarem a monopolizar o poder de um jeito não muito diferente do que o rei tinha feito. Robespierre, o líder de fato dos Jacobinos, começou a receber críticas por ser muito distante do povo e pela sua prática da política não diferir muito da de um ditador. No espírito da revolução violenta, seus detratores o prenderam e o sentenciaram à morte. No dia 28 de julho de 1794, Robespierre foi morto e os Jacobinos perderam poder sobre o governo.

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