Sobre pensamentos negativos e distúrbios de ansiedade

Escrito por megan allyce snider | Traduzido por camille sampaio
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Sobre pensamentos negativos e distúrbios de ansiedade
Cerca de 40 milhões de adultos nos EUA sofrem de transtornos de ansiedade (morguefile)

De acordo com o Instituto Nacional de Saúde Mental, cerca de 40 milhões de adultos nos EUA sofrem de transtornos de ansiedade. O grupo de doenças mentais categorizadas como transtornos de ansiedade inclui o transtorno do pânico, transtorno obsessivo-compulsivo, transtorno de estresse pós-traumático, transtorno de ansiedade generalizada e fobia social. O pensamento negativo é comum em pessoas que sofrem de transtornos de ansiedade e realmente ajuda a alimentar a ansiedade, fazendo com que resulte em um ataque agudo de ansiedade ou pânico. Mudar o pensamento negativo com a terapia cognitiva, que visa a transformar os pensamentos negativos em positivos, para curar o ciclo de negatividade e ansiedade, pode ser eficaz no combate a transtornos mentais.

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Nada muda

Pessoas que sofrem de transtornos de ansiedade tendem a acreditar que nada vai mudar para elas. Crendo que nada pode mudar, elas descartam ajuda psiquiátrica, os benefícios da medicina e o apoio da família. Sair de uma doença mental é um processo lento, mas ainda é possível. Apegando-se a seu diagnóstico de "transtorno de ansiedade", elas estão dando residência permanente ao problema em suas vidas e não permitem que nada mude, negando a esperança de mudança.

Apego

É muito comum para as pessoas com transtornos de ansiedade se apegarem às suas experiências terríveis. Por conta disso, há menos chance de que elas mudem seus padrões de pensamento. Em vez de dizer que as suas ansiedades ou medos poderiam ter sido uma experiência isolada, começam um ciclo vicioso de pensamentos negativos e projetam a ansiedade em seus futuros e manter o transtorno como um elemento permanente em suas vidas. Apegar-se a essas memórias é o que faz com que os transtornos de ansiedade sejam tão poderosos, pois eles estão sendo constantemente lembrados. Aqueles que se preocupam com o medo estão tentando inflexivelmente evitar a situação que provoca ansiedade e pode não ver nenhuma maneira possível de evitar a situação e parar de pensar nisso. É uma linha tênue entre a apego a uma memória e a obsessão por ela.

Ponto de ruptura

Por conta da preocupação excessiva das pessoas com distúrbios de ansiedade, pode ser difícil para elas verem as coisas logicamente. A cada momento em que elas pensam sobre suas experiências com ansiedade e pânico, tendem a ser mais e mais dramáticas, causando uma grande dificuldade nas vidas delas e na habilidade de se cuidarem. A algum ponto, geralmente chega-se a um nível de proporção gigantesca e as pessoas podem acreditar que não há escapatória. Elas podem começar a evitar determinadas situações que provocam ansiedade e limitar as suas vidas.

Medo de ter medo

É comum que as pessoas com transtornos de ansiedade temam o medo que projetam para o futuro, em vez de se concentrar no agora. Como temem as sensações assustadoras que experimentam, cada situação que pode trazer uma ansiedade ou ataque de pânico é evitada. Já não é a doença ou sintomas que elas temem, é o medo gerado a partir dos sintomas. Mesmo quando os sintomas são tratados, o medo de se sentir amedrontado e indefeso pode permanecer, e em muitos casos, pode desencadear novo pânico ou ansiedade, que pode tornar sua situação ainda pior.

Pensar preto e branco

Pessoas ansiosas geralmente têm padrões de pensamento preto e branco, que giram em torno de duas saídas extremas. Elas geralmente pensam ou que realmente vão ter um ataque de pânico ou que definitivamente não vão. Parte do tratamento bem-sucedido é perceber que sintomas de medo e ansiedade estarão presentes, mas só por serem experimentados não significa que desencadearão um ataque completo. Uma vez que as pessoas comecem a coexistir com seus sintomas e aceitem o espectro completo dos sentimentos de ansiedade, o tratamento geralmente se torna mais bem-sucedido.

Tratamento

Tratamentos como terapias cognitivo-comportamentais, medicamentos e grupos de apoio estão disponíveis. O melhor tratamento para distúrbios de ansiedade é a intervenção em estágio inicial, mas isso não deve desencorajar as pessoas de procurar ajuda em qualquer estágio. Uma vida melhor é possível.

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