Como o tatu vira uma bola?

Escrito por naomi bolton Google | Traduzido por guilherme maluf
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Como o tatu vira uma bola?
O tatu-galinha não consegue se enrolar como seu primo, o tatu-bola (Tom Brakefield/Stockbyte/Getty Images)

O tatu-bola é a única espécie capaz de se enrolar em uma bola para escapar de predadores e pode ter dois tipos: o tatu-bola-da-caatinga e o mataco. Ambos se enrolam totalmente, deixando apenas uma pequena fresta entre as bordas do casco, que se fecham totalmente, caso algo encoste no tatu enquanto ele estiver nessa forma. Sua carapaça ou casca é feita de pele modificada e a proteção em forma de gota na cabeça fecha a bola, sem deixar espaço na armadura do animal.

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Casca resistente

A casca rígida do tatu é composta de fortes placas ósseas, cobertas por uma pele com protuberâncias. Três delas revestem as costas do animal, enquanto chapas largas e duras protegem os ombros e quadris do tatu. Essas duas partes do corpo do tatu, não são presas na laterais, portanto, fornecem um espaço ideal onde a cabeça, rabo e membros se encaixam quando o animal se enrola. A couraça também protege a parte de cima da cabeça e do rabo.

Armadura flexível

As placas ósseas que cobrem as costas desse tipo de tatu são flexíveis o bastante para permitir que o animal se curve e junte o rabo e a cabeça. Uma vez no formato de bola, a carapaça protege suas partes vulneráveis, como abdôme, olhos, orelhas e focinho do ataque de predadores. A camada externa da proteção consiste de queratina, o mesmo material que compõe as unhas humanas.

Pele grossa

Mesmo a parte macia da pele do tatu mostra sinais de ter sido engrossada, já que é óssea em muitos lugares, por mais que a ossificação completa esteja presente apenas na parte externa das pernas e entre as placas. Isso é importante porque a casca de proteção não é composta de uma única placa, como um casco de tartaruga, mas de placas separadas. As grossas membranas que conectam as chapas são flexíveis o suficiente para permitir os movimentos, mas grossas o bastante para criar uma bola impenetrável quando o tatu se enrola.

Proteção insuficiente

Os órgãos vulneráveis do tatu são protegidos quando ele junta a cabeça e a cauda e se enrola em uma bola. Porém, essa proteção não o defende de humanos, que o comem e usam suas placas ósseas para fazer bolsas, malas e diversos outras lembranças e quinquilharias.

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