Como a taxa de batimentos cardíacos de um bebê aumenta?

Escrito por charissa mennell | Traduzido por daniele joi
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Como a taxa de batimentos cardíacos de um bebê aumenta?
O aumento da frequência cardíaca fetal pode ser uma indicação de problemas de saúde (Image by Flickr.com, courtesy of Jessica Merz)

A frequência cardíaca fetal é um importante indicador da saúde de um bebê dentro do útero. Porque a única maneira de manter o controle do bem-estar fetal antes do nascimento é através de ultrassonografia e monitoramento, sendo que a frequência cardíaca fetal é uma forma de prestadores de serviços médicos determinarem se o feto está ou não em perigo. Embora um aumento na frequência possa não determinar qual é o problema, ele dá ao médico uma ideia de que situações explorar.

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Frequência cardíaca normal

A frequência cardíaca normal para a maioria dos fetos durante os períodos de crescimento é entre 110 e 160 batimentos por minuto. Uma frequência acima ou abaixo desta faixa normal pode ser preocupante e deve ser cuidadosamente monitorada e examinada. Há uma variedade de maneiras de se verificar a frequência cardíaca fetal, dependendo do tamanho e do desenvolvimento do bebê. Um estetoscópio, fetoscópio, ultrassom ou Doppler podem determinar com muita precisão as batidas cardíacas de um feto, dentro de um determinado intervalo. Ocasionalmente, o ritmo cardíaco fetal cairá abaixo ou acima deste intervalo normal durante alguns minutos, e isto não é, necessariamente, uma condição que deve levantar alarme, mas um padrão ou um período prolongado de tempo nessa situação pode indicar um problema grave.

Medicação

Os medicamentos indicados para a mãe durante a gravidez podem ter efeito sobre o ritmo cardíaco fetal. Aqueles que são projetados para interromper o trabalho de parto prematuro, como a terbutalina, são notórios pelo estímulo do coração do feto e podem fazer a taxa cardíaca subir bem acima dos níveis normais. Outras medicações com agentes estimuladores também podem provocar taquicardia fetal.

Hipóxia fetal

A taquicardia, ou batimento cardíaco acelerado, pode ser resultado de uma variedade de coisas. Uma delas é a hipóxia fetal. Esta é uma condição em que o feto não é capaz de receber a oxigenação adequada por uma variedade de motivos, incluindo contrações durante o parto, separação prematura da placenta, prolapso do cordão umbilical ou hipotensão materna decorrente de a mãe receber uma epidural e estar deitada de costas durante o parto.

Parto prematuro

Os bebês que nascem prematuramente não estão totalmente desenvolvidos e, muitas vezes, têm uma variedade de problemas. Um desses problemas é um sistema nervoso subdesenvolvido, resultando em dificuldades de respiração, circulação e regulação da temperatura. Os batimentos cardíacos fetais em bebês prematuros são, muitas vezes, taquicárdicos, já que seus sistemas nervosos são incapazes de regular o coração adequadamente.

Estresse maternal

Os bebês que nascem de mães com altos níveis de estresse também podem apresentar padrões de taquicardia. O estresse materno extremo pode levar a uma liberação de adrenalina na mãe, podendo atravessar a barreira placentária e afetar o feto. Danos extremos de taquicardia fetal são improváveis, a menos que a mãe seja repetidamente exposta a situações estressantes, submetendo o feto a grandes doses de adrenalina.

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