Técnicas para pintar paredes interiores com defeitos

Escrito por kevin mcdermott | Traduzido por ivan st. clair
Técnicas para pintar paredes interiores com defeitos
Não há nada que uma boa pintura não conserte (Getty Images/Photodisc/Getty Images)

Se você tem uma parede velha de gesso que está cheia de ondulações, remendos, buracos ou outros defeitos e não quer ter que lidar com os custos e esforço de remendar, há diversas técnicas para pintura que disfarçam esses problemas. É preciso primeiro estabilizar a superfície da parede, já que nenhuma tinta vai firmar se a parede estiver se movendo ou rachando. Ao escolher a tinta, lembre-se de que cores mais claras e superfícies brilhantes tendem a mostrar mais imperfeições, então prefira cores escuras e acabamentos foscos ou de semi-brilho.

Preparação da parede

Independente de como decidir pintar a parede, é importante que ela esteja limpa e sólida antes de começar. Comece raspando tinta ou gesso soltos. Se há rachaduras ou buracos, preencha com gesso ou massa-corrida e nivele com uma espátula. Se há áreas da parede que estão se desprendendo do sarrafo, prenda-a com parafusos de drywall. Em casos extremos, pode ser necessária a remoção da seção de gesso inteira, a instalação de um remendo de drywall e então recobrir com gesso. Se a superfície da parede estiver muito áspera, pode ser necessário passar uma lixadeira.

Aplicando a base

Cobrir a parede com uma boa base seladora ajuda muito a cobrir defeitos. Esse produto dá uma camada protetora sobre a parede, selando manchas profundas que possam se infiltrar pela superfície, além de dar uma base consistente para a tinta a ser aplicada. A base geralmente é branca, mas pode ser tingida na mesma cor da pintura final, se for adicionada uma xícara de tinta para cada quatro litros de base. Aplique-a com um pincel em cantos e bordas e com o rolo em áreas mais abertas. Passe duas demãos finas e homogêneas de base ao invés de uma camada espessa.

Pintura

Depois que as paredes estiverem preparadas e a base aplicada, pinte com a tinta escolhida. Essa decisão precisa levar em conta o estado em que a parede se encontra. Para uma parede que está apenas um pouco áspera ou ondulada, use uma tinta lisa, de preferência escura, para esconder as imperfeições. Aplique duas ou três camadas finas de tinta. Para defeitos mais pronunciados ou remendos, use tintas com texturas, que tenham areia ou outros sólidos em sua composição, para lhe dar uma aparência mais complexa. Ambos os tipos de tinta podem ser aplicados com pinceis e rolos, assim como a base.

Estuque

Para paredes muito danificadas ou onduladas, considere a tinta estuque. Ela é como um gesso colorido e consegue esconder praticamente quaisquer defeitos, dando uma aparência de velho mundo ao ambiente. Espalhe o estuque na parede com uma desempenadeira, com uma espessura de cerca de 1 cm. Trabalhe em seções pequenas e dê textura ao estuque, girando a desempenadeira em círculos ou apertando e puxando a ferramenta, para criar vales e cristas. Você ainda pode usar um rolo de borracha texturizada.

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