Técnicas de pontilhismo

Escrito por rae casto | Traduzido por pedro santos
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Técnicas de pontilhismo
A roda das cores.

A técnica de pintura pontilhista segue o movimento artístico do século XIX, praticado pelo pintor francês Georges Seurat e outros. O pontilhismo, ridicularizado pelos críticos na década de 1880, é hoje reconhecido como um importante movimento da arte moderna. A técnica é amplamente reconhecida em educação artística como um método para ensinar a teoria das cores básicas.

Artistas pontilhistas dissecaram suas imagens em “pontos” formados pelas três cores primárias. Eles criaram a gama de cores ao variar o arranjo, proporção e proximidade entre pontos vermelho, amarelo e azul na tela – permitindo que o olho humano as misture formando cores.

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A roda das cores

Aprenda a técnica de pintura pontilhista estudando e compreendendo, primeiro, a teoria da cores.

Artistas e cientistas há muito tempo estudam as origens e relações entre as cores. Isaac Newton desenvolveu o primeiro diagrama de cores em meados dos anos 1600. Já houve muitas variações na teoria das cores desde aquela época. No entanto, os artistas tendem a aderir à teoria tradicional baseada no conceito das três cores primárias como a base do espectro visível.

Vermelho, amarelo e azul, as cores primárias, não podem ser criadas a partir de quaisquer outras cores. As “primárias” são as âncoras da roda de cores, ladeadas pelas cores secundárias criadas a partir de sua mistura. Vermelho e amarelo se misturam para formar o laranja, amarelo e azul para formar o verde; azul e vermelho para criar o púrpura.

Cores terciárias se formam quando as cores primárias são mixadas com uma cor secundária adjacente na roda. As cores terciárias são: vermelho-laranja, amarelo-laranja, amarelo-verde, azul-verde, azul-púrpura e vermelho-púrpura.

Começando

Mídia seca é o melhor começo para o pontilhista iniciante, porque permite que o artista foque menos em manter o pincel molhado e mais na técnica de aplicação de cores à superfície a ser pintada. Pastéis a óleo, pastéis macios e crayons são menos tediosos de usar do que lápis de cor.

Escolha papel branco ou levemente colorido com uma boa textura para reter a cor. Use uma superfície plana como uma mesa ou uma banca para desenho.

Escolhendo onde e o que pintar

A técnica pontilhista é adequada para pintura de naturezas mortas, paisagens e retratos. Sua única preocupação deve ser luz suficiente para assegurar que você possa ver a cor adequadamente e com clareza. Luz incandescente lança uma tintura amarelada no ambiente e altera a percepção de azuis e violetas. Luzes fluorescentes são azuis e fazem com que o olho veja as cores quentes menos vividamente. Apesar de ser possível comprar lâmpadas com correção cromática, iluminação natural, vinda de uma direção aproximada do norte, é o ideal.

Vendo cores

Artistas são treinados para “ver” cores que não são imediatamente aparentes para um observador casual. Coloque dois objetos lado a lado. Perceba como a luz reflete a cor de um objeto no outro. A técnica pontilhista lhe dá a oportunidade de explorar cores refletivas. Em vez de pintar um objeto de cada vez, pratique pintar “além” do objeto para unificar todos os elementos da pintura. Lembre-se de que os pigmentos das cores primárias – vermelho, amarelo e azul – estão presentes, em diferentes quantidades, em tudo que você vê.

Crie uma pintura pontilhista

Recrie a imagem que você está pintando usando pastéis vermelhos, azuis e amarelos para pintar pontos coloridos. Visualize a rodas das cores para ajudá-lo a lembrar como criar os tons secundários e terciários. Volte para olhar sua pintura novamente de vez em quando para que seu olho lhe mostre onde adicionar mais de uma cor e menos de outra.

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