Técnicas para tocar o bandolim

Escrito por carl hose | Traduzido por elisa silva
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Técnicas para tocar o bandolim
Veja técnicas para tocar o bandolim

Um bandolim é um instrumento musical que é considerado como parte da família do alaúde. Ele possue o corpo com formato de lágrima, com oito cordas em pares. Ele pode ser afinado de vários jeitos. O mais usado é o de violino, em Sol, Ré, Lá e Mi, onde cada par de cordas é afinado em uníssono. Bandolins são frequentemente ouvidos no gênero country e bluegrass, mas também podem ser usados no rock, como na música "Maggie May", de Rod Stewart.

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Tocando cortado

A técnica de cortar a batida é uma das mais fundamentais nos padrões da música bluegrass. A cortada é feita bruscamente enquanto se alterna a palhetada de cima e baixo, com a primeira vindo nas primeiras e terceiras batidas. Possui um sentimento bem rítmico, que é responsável por compassar o tempo na música. Normalmente, você irá abafar o som da mão que está sob as cordas nas batidas para baixo e nas que vão para cima, deixando elas soarem para produzir um som percussivo. Você pode reconhecer o método da cortada de tocar pelo rigoroso movimento de descida, quase como um corte, da mão que toca as cordas.

Batida de folk

A batida de folk é um padrão usado nos gêneros bluegrass e country. A ênfase está na primeira batida a cada compasso da música, arrastando sua palheta ao longo das cordas do bandolim, das cordas mais grossas para as mais finas. Complete o restante do compasso com palhetadas alternadas e rápidas para cima e para baixo. Deixe a primeira batida soar e toque depressa as restantes. Adicione algum abafamento de cordas com o lado da sua mão para quebrar o ritmo.

Tocando e deixando soar

A técnica de deixar soar é ouvida frequentemente em tipos de folk envolvendo fogueiras e acampamentos. Não há uma estrutura rítmica para esta batida. Contudo, ela envolve tocar as cordas alternando em palhetadas para cima e para baixo enquanto as deixa soar completamente. Continue dessa forma, dando palhetadas aleatórias nos pares de cordas superiores e inferiores para reforçar a tonalidade cromática, seguindo suas sensações e o que soa melhor para você. Não há regras sobre quantas vezes usar pares altos ou baixos. A prática treinará o seu ouvido para este tipo de batida.

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