Teoria comportamental de Skinner

Escrito por walter johnson | Traduzido por fernando prezotto
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B. F. Skinner é um famoso psicólogo associado com o behaviorismo. Em geral, o behaviorismo é a ideia de que o ser humano responde previsivelmente ao estímulo, e quem controla os estímulos controla a pessoa. Não há livre arbítrio conforme acreditado, apenas respostas a prazeres e dores percebidas. A ideia básica, então, é que, se você quiser tratar comportamento irracional, deve certificar-se de que o comportamento irracional é punido e o comportamento racional é recompensado (opondo ao oposto). Com o tempo, o comportamento irracional desaparecerá, porque condiciona o agente a perceber que tal comportamento leva à dor.

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Suposições

Em geral, o sistema desenvolvido por Skinner está na suposição de que qualquer comportamento que é positivamente reforçado ou recompensado se repetirá ao longo do tempo. Segundo, essa repetição, com o tempo, faz com que o comportamento desejado torne-se um hábito. Também o condicionamento em uma área irá "escorrer" para outras áreas relacionadas, auxiliando o paciente em outras áreas de sua vida.

Estrutura teórica

Qualquer organismo é um objeto complexo que é um produto do ambiente. O que significa que o comportamento de um objeto ao longo do tempo pode ser predito tomando-se como base as experiências anteriores. Coisas que proporcionaram prazer serão perseguidas; coisas que causaram dor serão evitadas. Por isso, o tipo de behaviorismo de Skinner leva o cálculo utilitário ao centro.

Usos

Por exemplo, para alunos em uma sala de aula, o comportamento positivo é encorajado através da promessa de recompensas. Comportamento ruim é respondido com consequências negativas. Com o tempo, se esses incentivos forem aplicados regularmente e sem modificação excessiva, a sala funcionará como um organismo harmônico. Claro, qualquer organização pode ser tratada dessa maneira. Pelo fato de todos os organismos funcionarem de acordo com as ligações de prazer e dor, o único requerimento real é que os incentivos sejam aplicados regular e previsivelmente.

Abordagem social

A visão social de Skinner foi baseada na ideia de que um sistema de desejos e aversões completamente conectado pode ser induzido pela autoridade pública "iluminada", ou seja, o Estado. Ainda mais os interesses, motivações e movimentos de um indivíduo específico (ou até grupo) podem ser compreendido se uma história das experiências dessa pessoa pudesse ser apurada. Em outras palavras, se uma pessoa teve uma história de pais negligentes, isso explicaria o interesse do paciente pela sociedade ou um cinismo em relação à família. A construção mental de uma pessoa, de acordo com a teoria de Skinner, pode ser compreendida (e comportamentos preditos) através da história do que foi fornecido e privado da vida da pessoa, aspectos com frequência suficiente para criar um hábito.

Críticas

As críticas à abordagem de Skinner têm sido muitas. Um crítico, Alfie Kohn, rejeita as ideias de Skinner porque ele acredita que elas tratam o ser humano como se eles fossem animais em um laboratório. Na verdade, de acordo com críticos como Kohn, a maioria dos experimentos de Skinner foi realizada com animais em laboratório, não com seres humanos. Além disso, críticos têm rejeitado a abordagem de Skinner em salas de aula, dizendo que o processo de aprendizado não pode ser facilitado dentro de uma relação de recompensas e punições, mas é uma parte da composição humana que deve ser seguida livremente, não por coerção. Além do mais, muitos críticos são da opinião de que a aplicação social da teoria de Skinner levaria a um totalitarismo absoluto, em que cada pensamento e ato do cidadão seria matéria de regulação científica. Em outras palavras, a sociedade se tornaria versada para o meio acadêmico, behaviorista e viraria uma oligarquia científica.

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