Tipos de dilemas éticos enfrentados pelos psicólogos

Escrito por shelley moore | Traduzido por sophia coe
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Tipos de dilemas éticos enfrentados pelos psicólogos
Há alguns dilemas relatados pelos psicólgos. (Creatas Images/Creatas/Getty Images)

A Associação Americana de Psicologia (APA) identificou vários tipos de dilemas éticos para os psicólogos. Cerca de 700 entrevistados em uma pesquisa de 1992 relataram enfrentar problemas éticos no campo de trabalho, alguns tipos deles foram encontrados com mais frequência do que outros. Eles incluem questões de confidencialidade, relações duplas, pagamentos e psicologia forense.

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Confidencialidade

Os psicólogos não podem quebrar a confidencialidade da terapia, mas um conselheiro pode sentir-se conflitado em alguns casos. Há questões que podem envolver riscos potenciais ou reais a outras pessoas; pacientes que admitiram ter cometido um crime violento ou algum abuso de crianças ou de idosos e clientes infectados com o vírus da AIDS.

Conflito de relacionamentos

Problemas com relacionamentos duplos ou confusos podem ocorrer, e são particularmente comuns em cidades pequenas e em áreas rurais. Uma agência de aconselhamento, por exemplo, pode contratar um de seus ex-pacientes. Um psicólogo pode ser terapeuta de algum conhecido da igreja ou de outra organização. Esse profissional precisa lidar com os sentimentos ou com a atração sexual por algum cliente.

Pagamento

A inabilidade de um cliente em pagar e limites do seguro social pode acarretar dilemas éticos. O psicólogo pode sentir-se obrigado a dramatizar para um plano de saúde sobre as condições mentais do paciente a fim do plano cobrir o tratamento. Em contrapartida, o psicólogo pode sentir-se pressionado a abandonar clientes que passam por necessidades e que não podem pagar mais do que um número limitado de sessões.

Psicologia forense

Um psicólogo pode ficar cada vez mais inclinado a testemunhar de maneira distorcida em um tribunal para clientes dispostos a pagar. Outros profissionais podem sentir-se desconfortáveis sobre testemunhar casos que envolvam divórcio ou custódia de crianças se eles tiverem atendido apenas uma pessoa envolvida. Eles também podem hesitar em apresentar dados precisos; por exemplo, caso eles temam que um cliente possa perder a custódia de uma criança devido à essa informação, quando a perda da custódia não for garantida.

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