Tipos de stents para artérias coronárias

Escrito por sumei fitzgerald | Traduzido por ricardo torres iupi
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Tipos de stents para artérias coronárias
Cicatriz tecidual pode se formar em volta dos stents, causando a reestenose da artéria (virtual artery image by Yali Shi from Fotolia.com)

Os stents são utilizados como dilatadores para sustentar a estreita ou fraca parede da artérias coronárias. Eles são menos invasivos do que a cirurgia de coração aberto, mas há uma chance de 10 a 20% do procedimento ter que ser refeito dentro de um ano. Eles causam cicatrizes, estreitando novamente a artéria, uma condição referida como reestenose. Os tipos de stents diferem pela sua estrutura e função. Eles podem ser de plástico ou metal, enrolados ou com ranhuras, lisos ou revestidos, autoexpansíveis ou não.

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Stents de espiral, malha e bobina

Os stents de artérias coronárias podem existir em espirais, em bobinas ou de malha. Stents em espiral são muito fortes, cobrindo uma área de superfície elevada. Stents em bobina são mais flexíveis e podem se adaptar às curvas dos vasos sanguíneos, mas as artérias tendem a recuar. Stents de malha combinam aspectos de stents em bobina e em espiral, e são a escolha preferida de acordo com um artigo do "Singapura Medical Journal".

Tipos de stents para artérias coronárias
Stents em espiral são mais flexíveis, porém menos fortes (spring image by Adkok from Fotolia.com)

Os stents farmacológicos

O revestimento da artéria e do tecido cicatricial eventualmente cresce ao longo do stent, podendo causar novo estreitamento que torna o tratamento de 10 a 15% mais longo do que o tempo normal. Os stents farmacológicos são revestidos com medicamentos que ajudam a reduzir a formação de tecido cicatricial, mas essas drogas aumentam os riscos de coágulos sanguíneos e ataques cardíacos. Se uma cirurgia não relacionada é esperada no futuro, é bom utilizar um stent metálico convencional, pois poderá ser substituído também.

Tipos de stents para artérias coronárias
Afinadores de sangue são necessários com o uso de stents farmacológicos (Open bottle with tablets image by odze from Fotolia.com)

Stents revestidos

Outro tipo de stent da artéria coronária é a endoprótese, ou stent revestido. O instituto Baylor College of Medicine relata que esse é o mais útil para aneurismas. O stent revestido evita que o sangue flua para dentro de uma área problemática da artéria coronária. Em alguns casos, os stents podem ser cobertos com tecido vascular da artéria cefálica ou ulnar. Stents são uma boa opção para as pessoas que não estão com um quadro clínico adequado para se submeterem à cirurgia, relata o site Angioplasty.org. Além disso, muitas pessoas preferem tal procedimento minimamente invasivo à cirurgia.

Tipos de stents para artérias coronárias
Stents revestidos previnem áreas enfraquecidas de se abaularem (fractal heart image by thea walstra from Fotolia.com)

Stents radioativos

Cirurgiões, às vezes, usam radiação para inibir a formação de tecido cicatricial em torno dos stents de artérias coronárias. Stents radioativos são construídos para emitir pequenas doses de radiação na parede do vaso sanguíneo, visando assim reduzir o processo de reestenose. Um estudo revisado pela "Medscape" revelou que os stents radioativos conseguem reduzir a estenose nas áreas em que eles estão instalados, mas não em torno das bordas. A reinstalação é geralmente necessária depois de um ano.

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Pequenas doses de radiação podem prevenir a formação de tecido cicatricial (irradiacion-01 image by Paco Ayala from Fotolia.com)

Stents bioativos

Stents bioativos são aqueles que causam reação com os processos naturais do corpo. Essas reações são destinadas a diminuir o risco de reestenoses. Os cientistas fizeram experiências com uma série de revestimentos de stents, desde o poliuretano até o ouro. Stents revestidos por heparina ajudam a diminuir o novo estreitamento da artéria.

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Stents podem ser revestidos por substâncias naturais ou sintéticas (gold biscuits image by peter Hires Images from Fotolia.com)

Stents biodegradáveis

Os cientistas também estão trabalhando para desenvolver stents biodegradáveis ​​-- que se dissolvem com o tempo. Em 2006, o primeiro stent de metal absorvível foi estudado pelo Dr. Raimund Erbel, da Universidade de Essen. O stent é construído a partir de liga de magnésio que tem a duração de dois meses. As vantagens desse tipo incluem: não é necessário que os stents façam força mecânica por muito tempo; reação inflamatória e formação de tecido cicatricial são muito menos prováveis de ocorrer; e a obtenção de imagem por ressonância magnética é possível depois do equipamento ser dissolvido. Pacientes com stent de metal permanente não podem ser submetidos à ressonância magnética e, além disso, métodos alternativos não dão uma imagem tão limpa.

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Pacientes com stents metálicos não podem ser submetidos à ressonância magnética (medicina_nuclear-15 image by Paco Ayala from Fotolia.com)

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