A tradição de se fantasiar no Halloween

Escrito por john bland | Traduzido por monica da costa
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A tradição de se fantasiar no Halloween
A tradição das fantasias de Halloween se desenvolver durante milênios (Halloween image by indochine from Fotolia.com)

Talvez, enquanto se apertava em um traje de empregada doméstica francesa ou enquanto respirava através de uma máscara de borracha de Richard Nixon, você já tenha se perguntado como exatamente as pessoas ao redor do mundo decidiram vestir fantasias a cada 31 de outubro. A verdade é que pessoas de todo o mundo tiveram festas a fantasia há milhares de anos. O 31 de outubro é um dia especial, com uma história rica de fantasias assustadoras que evoluiu ao longo do tempo sob influências religiosas e culturais.

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Plano de fundo

Acredita-se que o Halloween tenha se originado a partir do feriado celta de Samhain, uma banquete e festival antes do início do inverno. Enquanto outras culturas tinham rituais que marcavam o fim da época de colheita, os fundamentos do Halloween são transportados quase intactos desde os tempos celtas. Crenças gaélicas consideravam que bruxas, demônios e espíritos dos mortos saiam e caminhavam pelas cidades em uma data que corresponde a 31 de Outubro em calendários modernos. Eles acreditavam que, nesse dia, os vivos e os mortos se cruzavam, e assim Samhain era um tempo para vestir as máscaras dos mortos para agradá-los. Como uma tática de conversão, a Igreja Católica tentou suplantar Samhain com o Dia de Finados e com o Dia de Todos os Santos, com sucesso relativo. Por volta do século 19, Samhain, ou All Hallows 'Eve, tinha se tornado quase que inteiramente secular.

Primeiras fantasias

As primeiras fantasias de Halloween eram mantos e disfarces rudimentares usados ​​para que os viajantes se assemelham aos espíritos errantes dos mortos. Por esta razão, trajes que representam os fantasmas, esqueletos e outros personagens mórbidos eram, e ainda hoje são, as fantasias mais comuns. Nos tempos antigos, as pessoas colocavam alimentos e bebidas para as almas mortas, por isso as fantasias também serviam como um meio de coleta de alimentos à porta das pessoas. No século XIX, as igrejas na Inglaterra popularizaram o cozimento e distribuição de "bolos de alma", que eram negociados em troca de orações feitas em nome de seus entes queridos. Bolos de groselha eram adorados especialmente por crianças e, ao longo do tempo, o foco do feriado passou de uma celebração dos mortos para um jogo de crianças à procura de doces. Como a versão para crianças do Halloween se espalhou por países de língua inglesa via imigração e literatura, as fantasias se tornaram menos mórbidas e mais divertidas.

Influências americanas

O Halloween combinava perfeitamente com as primeiras tradições americanas e com as tradições indígenas de festivais da colheita do outono. Por volta do século XVIII, os americanos usaram o Halloween como uma razão para se reunirem para cantar, dançar e contar histórias de fantasmas, bem como para marcar o fim do outono. Com a onda de imigração irlandesa após a "grande fome" em 1846, um novo propósito para o Halloween foi desenvolvido. As pessoas se fantasiavam por volta de 31 de outubro de cada ano e passeavam para encontrar e entreter seus vizinhos. Os novos imigrantes trouxeram a ideia de fazer do dia uma celebração para as crianças, e a noção de remover os elementos mais assustadoras ou mórbidos do Halloween se assegurou. Em meados do século XX, o Halloween como uma festa infantil com doces e vandalismo se tornou uma forma distintamente americana de celebrar o dia. A televisão e outros meios eventualmente transmitem o feriado americanizado para a Europa, onde essa se tornou a noção dominante atual.

A tradição de se fantasiar no Halloween
O Halloween traz suas abóboras e seus doces embrulhados das influências americanas (Halloween 1 image by Melanie Vollmert from Fotolia.com)

Fantasias modernas

As pessoas não começaram a se vestir como celebridades e figuras culturais em vez de fantasmas e duendes de uma hora para outra. Festas a fantasia têm sido populares desde as festas de carnaval das sociedades greco-romanas, pois as pessoas gostam de se vestir como personagens ao contrário de seus eus normais ou de montar um disfarce de uma celebridade por uma série de razões. O processo de inversão de papéis, como um homem corpulento vestido de drag queen ou uma mulher estudiosa vestida como uma diva, serve para celebrar a vida e deixar que as pessoas apreciem todos os outros dias do ano, quando estarão vestidas simplesmente como elas mesmas.

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