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Tradições e costumes do Egito antigo

Atualizado em 20 julho, 2017

Localizado na extremidade nordeste da África, o antigo Egito estava divido em duas seções — o alto e o baixo. As terras ao redor do delta do rio Nilo eram consideradas o baixo Egito, enquanto que as terras ao sul eram o alto. Constituída principalmente por deserto antes e hoje, a região fértil ao longo das margens do Nilo possibilitou a vida, o que não ocorreria caso ela não existisse. A vida de toda região era regida pelas águas deste rio.

O Egito possui uma das culturas mais antigas do mundo (Daniel Fleck/iStock/Getty Images)

A vida em família

Diferente da maioria das culturas atingas, os homens e mulheres eram tratados como iguais. A cultura honrava o homem por suas habilidades de trabalho, de prover alimento e abrigo, e de lutar se necessário. A sociedade tinha uma visão respeitosa da mulher, devido a sua capacidade de gerar filhos e a sua contribuição na vida da família trabalhando nas plantações, tecendo e mantendo a casa. As crianças frequentemente trabalhavam ao lado de seus pais, aprendendo as habilidades que seriam úteis para sua vida adulta. Os jovens viviam com os pais até se casarem — com 14 ou 15 anos para as garotas, e 19 ou 20 para os garotos.

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Pintura do antigo Egito ilustrando um casal (John Said/iStock/Getty Images)

Religião

A religião inundava todos os aspectos da vida. Não havia distinção entre o mundo natural e o espiritual. Em outras palavras, o universo sobrenatural influenciava o ambiente físico da Terra e vice-versa. Eles acreditavam que as forças da natureza tinham relação direta com a personalidade do criador, por isso cada força natural era representada por um deus. Dentre os deuses está o Hapi, deus do Nilo; Rá, deus do sol; e Osíris, deus do mundo subterrâneo.

O deus egípcio Anúbis (imegastocker/iStock/Getty Images)

Práticas funerárias

É provável que as três pirâmides de Gizé sejam as estruturas mais conhecidas do antigo Egito. Estas construções são tumbas feitas para enterrar os faraós. Os Egípcios acreditavam que, para alcançar a vida após a morte, os corpos deveriam permanecer preservados ou mumificados. Os órgãos mais frágeis eram removidos, incluindo o cérebro, e depois armazenados e preservados com ervas, especiarias e óleos dentro de jarros. Pensava-se que os corpos deveriam estar protegidos em tumbas gigantescas com tudo de que precisariam para a vida após a morte, incluindo mobília, utensílios, comida, bebida e outros itens.

Parte superior de um sarcófago (Kizel/iStock/Getty Images)

Pesando o coração

Para alcançar a vida após a morte, os antigos egípcios acreditavam que as boas ações superavam as más. O coração era removido do corpo e colocado sobre uma balança dentro da tumba. Então, o coração era pesado pela deusa da verdade e da justiça, Maat. Anúbis, o deus do embalsamamento, observava a balança enquanto Thoth, deus da escrita, anotava o resultado. Se o peso do coração ficasse balanceado, a pessoa poderia entrar na vida após a morte.

Pesando o coração da pessoa que morreu (Photos.com/Photos.com/Getty Images)

Educação

As escolas no antigo Egito estavam reservadas para os meninos pertencentes à elite. Estes poucos privilegiados eram treinados pelos sacerdotes para se tornarem escribas. Algumas famílias contratavam tutores particulares para ensinar a leitura e a escrita. Somente as garotas que pertenciam a famílias muito ricas recebiam educação. Os outros jovens eram ensinados em casa, pelos seus próprios pais. Os jovens meninos e meninas, da maioria das famílias, passavam a maior parte de infância aprendendo os ofícios dos pais e trabalhando ao lado deles.

Imagem de um homem e sua mulher esculpidos na parede (AmandaLewis/iStock/Getty Images)
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Referências

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