Tratamentos com esteroide para alopecia areata

Escrito por brock cooper | Traduzido por marina villar
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Tratamentos com esteroide para alopecia areata
O tratamento com corticoide é o mais usado para alopecia areata

A alopecia areata é uma doença autoimune onde os anticorpos atacam os folículos capilares, causando a parada ou diminuição do crescimento dos cabelos. O tratamento mais comum para isso é o tratamento com corticoide, que pode fortalecer e estimular o crescimento do cabelo.

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Esteroides tópicos

A forma mais comum de corticoide para o tratamento da alopecia areata é um creme tópico aplicado diretamente na área afetada. Os corticoides tópicos vêm em uma ampla variedade de marcas e forças, e são frequentemente prescritos pelo médico.

A fórmula contendo 1% de hidrocortisona, que pode ser comprada sem prescrição, não é forte o suficiente para afetar o crescimento do cabelo. Os esteroides tópicos devem ser suficientemente fortes para tratar a doença, mas não muito fortes para criar efeitos colaterais negativos, como dano no folículo capilar, crescimento excessivo de pelo e acne.

Injeções intralesionais

Os corticoides também podem ser injetados sob a pele, diretamente nas raízes afetadas, para estimular o crescimento capilar. Esses são conhecidos como injeções intralesionais e devem ser prescritos pelo médico. A injeção deve ser precisa; se injetado muito fundo ou muito na superfície, os esteroides serão inúteis. Se a doença tiver afetado mais da metade do couro cabeludo, o uso de injeções intralesionais não são recomendadas, devido à enorme quantidade de remédio que seria necessário para cobrir o local.

O efeito colateral mais comum é a atrofia da pele, causada pelas quantidades excessivas do remédio injetado no local. Se as injeções continuarem, essa atrofia pode se tornar permanente. Houve relatos de glaucoma e catarata e, raramente, cegueiras ligadas a injeções aplicadas próximas à parte da frente do couro cabeludo.

Administração sistêmica

A administração sistêmica (seja oralmente ou através de injeções nos músculos) coloca uma quantidade mais alta de corticoides no corpo. O tratamento sistêmico com corticoide provou ser altamente eficaz no novo crescimento do cabelo, mas recaídas frequentemente ocorrem depois que o tratamento é finalizado ou a dosagem é diminuída. O tratamento deve ser administrado por um médico e não pode ser simplesmente descontinuado. Do contrário, o corpo irá se desacostumar com o remédio.

A administração sistêmica é, geralmente, o último recurso de tratamento, pois causa sérios efeitos colaterais, como alta pressão sanguínea, diabetes, supressão do sistema imunológico, osteoporose e coágulos sanguíneos no coração.

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