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Três fatores que levaram ao imperialismo

Atualizado em 23 março, 2017

A conquista de outros países tem sido uma característica de algumas culturas ao longo da história, desde os antigos egípcios até o império britânico. O imperialismo tem sido ditado pelas ambições nacionalistas, pela religião ou por razões econômicas. As culturas procuraram reforçar a sua posição em relação às potências rivais. Os impérios criados eram governados centralmente pela metrópole ou pelo poder imperial.

A Grã-Bretanha viveu um império durante os séculos 19 e 20 (Hemera Technologies/AbleStock.com/Getty Images)

Nacionalismo

O nacionalismo, ou o orgulho de uma nação, tem sido um dos principais contribuintes para as ações imperialistas das nações ao longo dos anos. O desejo de possuir mais terras, de dominar outras pessoas e de impor seus valores sobre os outros foi um fator motivador para as culturas, tais como os romanos, que conquistaram muitas partes da Europa e da costa do Mediterrâneo, os nazistas na Europa ou os japoneses na Ásia do século 20.

Religião

A religião tem sido frequentemente utilizada como razão para a expansão imperial. As culturas têm procurado impor sua religião sobre as outras e utilizado isso como uma desculpa para assumir os países. No século 19, a Grã-Bretanha acompanhou as expedições missionárias para a África, assumindo países como Quênia, Uganda, Zimbabwe, Zâmbia e Malawi, originalmente com a justificativa de "civilizar" as culturas nativas.

Economia

As razões econômicas são sempre uma motivação importante para a expansão imperial. A posse do controle dos recursos naturais de outro país era uma razão para as ações imperiais desempenhadas pelos ingleses na Índia e na África do Sul. As metrópoles procuravam tornar-se mais ricas e mais poderosas ou proteger os investimentos que tinham nas economias dos outros países.

Outras razões para a ambição imperialista

A posição estratégica é outra razão para o imperialismo. A posse do controle de grandes portos ou posições ao redor do mundo para a manutenção da segurança militar é sempre fundamental para a continuidade de um império. Os britânicos e os holandeses lutaram pelo controle do Cabo da Boa Esperança (África do Sul) e os britânicos e os franceses lutaram ao longo do canal de Suez (Egito). Esses dois conflitos objetivavam controlar as rotas comerciais. A posição estratégica significava que haveriam portas amigáveis ​​onde a marinha poderia reabastecer.

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