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Os usos de ímãs e os efeitos no corpo

Atualizado em 21 março, 2017

Segundo o departamento de psicologia da Vanderbilt University, os ímãs têm sido usados por séculos pela humanidade para resolver vários problemas. A maioria deles é focada no corpo humano. Por exemplo, os Gregos e Egípcios antigos usaram ímãs 3000 anos atrás para curar os doentes, segundo o departamento de engenharia nuclear da University of California, Berkeley, Hoje, muitas pessoas passam pela terapia magnética, na qual o corpo é medicado com quantidades concentradas de magnetismo.

Os ímãs têm sido usados por mais de 3000 anos para ajudar a curar doenças (Jupiterimages/Photos.com/Getty Images)

Partículas carregadas

Segundo David Schlundt, do departamento de psicologia da Vanderbilt University, o corpo humano contêm milhões de partículas, como ferro, que podem ser eletricamente carregadas. O departamento explica que quando um ímã é colocado sobre o corpo, as partículas carregadas de ferro no sangue e outros tecidos celulares são atraídas por ele. Indiscutivelmente, o resultado desse processo pode aumentar o fluxo sanguíneo, aquecê-lo e aumentar a velocidade de oxidação e saturação de nutrientes no tecido corporal. Como resultado desse tratamento, a pessoa pode se sentir mais energizada, acordada ou fisicamente melhor.

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Alívio de estresse

O estresse muscular e emocional também parece ser aliviado pela terapia magnética. David Schlundt explica que o corpo humano emite sinais elétricos para informar o corpo e o cérebro sobre a dor. Essa dor pode ser física, como a causada pela artrite, ou emocional, como a depressão. Indiscutivelmente, a terapia magnética, utilizada pelo corpo, pode interromper esses sinais de dor. Com isso, o desconforto da dor física é aliviado. Além disso, as substâncias químicas nervosas que estabilizam a química cerebral também podem ser interrompidas, levando a uma leve alteração do humor.

Redução e crescimento de tecidos

Um projeto do departamento biológico da Oklahoma City Community College afirma que pesquisas mostram um crescimento ou redução significativa de tecido devido à terapia magnética. Ele cita a pesquisa de 1997 do Madras Institute of Magnetobiology, na Índia, que revelou que os ímãs, utilizando o lado negativo, quando aplicados ao corpo, reduziram ou aumentaram o crescimento de tecidos. A reação acontece devido ao aumento da atividade do sistema imunológico, indiscutivelmente causada pelo estímulo dos ímãs. Com lesões como fraturas ósseas, a polaridade negativa do ímã ajudou a acelerar o processo de cicatrização. Em condições como úlceras, ela as reduziu, devido a um aumento na reação imunológica à ferida.

Ceticismo

O ceticismo é muito presente quando o assunto são os benefícios dos ímãs sobre o corpo humano por muitos motivos. Eric Dacanay, do departamento de engenharia nuclear da University of California, Berkeley, argumenta que não foram feitos testes suficientes para mostrar que a terapia magnética funciona o tempo todo. O uso de placebos de fitas não magnéticas relatou benefícios semelhantes, provavelmente porque as pessoas sentiam que o tratamento estava funcionando. Outros testes mostraram que nem tantas pessoas relataram melhoras reais no humor ou na dor corporal após a terapia. Apesar disso, as técnicas da terapia magnética e seus equipamentos, como grandes fitas magnéticas que são colocadas em volta dos braços, pernas, peito ou da cabeça, são parte de uma indústria multimilionária de saúde.

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Referências

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