História da Intel Pentium

Escrito por jason artman | Traduzido por rodrigo castilhos
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História da Intel Pentium
Conheça a história da maior fabricante de processadores do mundo (walknboston: Flickr.com)

O nome "Pentium" é a marca de processadores mais reconhecida da história. O Pentium começou suas atividades em 1993 e foi melhorando continuamente até a sua aposentadoria em 2008. Ainda hoje, muitos dos computadores em uso têm um processador dessa famosa marca.

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Pentium ("Clássico")

O primeiro processador Pentium foi lançado com uma velocidade máxima de 66 MHz. Graças a uma campanha publicitária maciça, "Pentium" tornou-se uma palavra familiar do dia para a noite. Próximo da aposentaria do Pentium, a Intel lançou uma nova versão do chip com o MMX, um novo conjunto de instruções que permitem que o chip realize operações, como codificação de música digital, mais rapidamente. O MMX ainda é encontrado nos processadores Intel atuais.

Pentium II

O Pentium II começou suas atividades na forma de outro processador, o Pentium Pro. Todos os processadores utilizam um tipo de memória chamada memória cache; a cache é mais rápida do que o sistema RAM e isso ajuda a acelerar um computador através de vários enfileiramentos de comandos, permitindo que o processador trabalhe mais com menos instruções. Com o processador Pentium clássico, a memória cache foi instalada em soquetes na placa-mãe. O Pentium Pro fez da cache uma parte do próprio processador. Isso tornou do Pentium Pro um processador extremamente rápido. Entretanto, a tecnologia não estava pronta para a produção em massa. Se houvesse uma falha no processador ou na memória cache, todo o pacote tinha de ser descartado, resultando em produtos muito caros e de baixa produtividade. O Pentium II fez a ponte entre o Pentium e o Pentium Pro, colocando o processador e a cache separadamente em uma placa, que pode ser instalada em um slot da placa-mãe. O Pentium II foi produzido de 1997 a 1999 e tinha uma velocidade máxima de 450 MHz.

Pentium III

O Pentium II foi lançado em 1999 com velocidades iniciais de 450 a 500 MHz e, no início, eram muito semelhantes às do Pentium II. Ele usou a mesma forma de encaixe, com o processador e a cache na mesma placa. Entretanto, o Pentium III incluiu um novo conjunto de instruções chamado SSE. Da mesma forma que o MMX no Pentium II, o SSE realizava certas operações mais rápido - nesse caso, na parte matemática. No entanto, essa foi apenas uma das evoluções. A revolução veio com a segunda geração do Pentium III, apelidada de "Coppermine". O Coppermine conseguiu encolher os elementos do núcleo do processador de 250 nm para 180 nm, permitindo à Intel colocar a cache dentro do processador com defeitos mínimos. Isso aumentou a eficiência do Pentium III e foi um enorme sucesso até a sua aposentadoria em 2003. A velocidade final alcançada pelo Pentium III foi de 1.400 MHz.

Pentium 4

Com o Pentium III, a Intel aprendeu uma coisa: as pessoas adoram altas velocidades de clock. Assim, para o Pentium 4, a empresa se preparou para criar um chip que pudesse alcançar velocidades extremamente elevadas, mesmo à custa da eficiência. Isso causou algum desânimo entre os entusiastas de computador quando o Pentium 4 foi lançado pela primeira vez em 2000, tanto nas velocidades iniciais de 1.400 e 1.550 MHz quanto na lentidão dele comparado com o Pentium III e o AMD Athlon em muitas aplicações. No entanto, a Intel estava apenas se aquecendo - literalmente! Ao longo da sua produção, de 2000 a 2008, o Pentium 4 adquiriu a incrível velocidade máxima de 3.800 Mhz. Ele tornou-se um processador incrivelmente rápido, mas era necessário um sistema de refrigeração elaborado por causa do calor intenso que ele produzia, o que nunca encontrou muito sucesso nos notebooks devido ao alto consumo de bateria. Para seu próximo processador, a Intel olharia para o futuro sem esquecer o passado.

Pentium M

O Pentium M, produzido de 2003 a 2008 e é, até agora, o último processador a levar o nome Pentium. Ele foi criado para resolver um problema: a Intel estava tendo dificuldades em competir no mercado de notebooks. O calor e o consumo de energia do Pentium 4 não tiveram um sucesso duradouro nesse mercado. O Pentium M, combinado com a eficiência do Pentium III e com os recursos avançados do Pentium 4, resultou em uma processador que foi incrivelmente rápido com demandas de baixa potência. Em testes benchmark, o Pentium M ficou de igual para igual com o Pentium 4, porém em velocidades muito mais altas, marcando o início do fim para o Pentium 4. O próximo processador Intel, o Core, é baseado no Pentium M, mas não compartilha o seu nome.

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