Opções de tratamento para cisto cortical renal

Escrito por jenn foreacre | Traduzido por fabiana silva
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Um cisto renal é uma bolsa cheia de líquido aquoso, que se desenvolve em um ou nos dois rins e, em geral, tem uma forma redonda ou oval. Normalmente é um achado benigno (não canceroso) e raramente causa problemas. Na verdade, muitas pessoas passam a vida toda sem saber que têm esse tipo de lesão. Em caso de suspeita de cisto renal, busque as melhores opções de tratamento logo que possível.

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Sintomas e diagnóstico

Os sintomas de um cisto cortical renal incluem dor nas costas, no abdômen, lateralmente entre as costelas e o quadril, micção frequente, urina escura ou com sangue e febre. Na presença de algum desses sintomas, o médico deverá ser consultado. Os exames solicitados para o diagnóstico de cisto renal são o ultrassom, a tomografia computadoriza (TC) ou a ressonância magnética (RM).

Tratamento

Os cistos pequenos, que não causam nenhum problema de saúde, normalmente não têm relevância clínica e são monitorados com exames adicionais a cada 12 meses. Entretanto, quando o paciente apresenta sintomas de um cisto cortical renal, ele provavelmente é encaminhado para um urologista, que é o profissional especializado em diagnóstico e tratamento de condições relacionadas ao aparelho urinário.

Esse profissional conseguirá determinar se os cistos renais cresceram aleatoriamente ou se foram causados por uma doença renal policística (DRP) — uma condição hereditária que ataca os rins e provoca o crescimento de cistos. Quando são pequenas ou em menor quantidade, essas lesões geralmente não oferecem nenhum risco, mas quando são múltiplas ou grandes, podem causar dor, infecção e danos aos rins. Se o urologista suspeitar de DRP, ele solicitará a realização de exames semestrais para verificar a presença de cistos nos rins.

Como opção de tratamento, o médico pode drenar e endurecer permanentemente pequenos cistos corticais renais, através da inserção de uma agulha diretamente neles. O processo remove o fluido de seu interior e o substitui por álcool, fazendo com que o tecido que compõe o cisto endureça. Já os cistos maiores podem exigir a remoção cirúrgica. A maioria dos cirurgiões prefere a abordagem laparoscópica, que envolve incisões menores, um tempo menor de internação e uma recuperação mais rápida. Durante o procedimento, o médico drena o fluido de cisto e, em seguida, remove ou queima a camada externa de tecido que o envolve.

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