O Processo de Galvanização de Alumínio

Escrito por ethan gallagher | Traduzido por elcio borges gomes
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O Processo de Galvanização de Alumínio
Como o alumínio é muito caro, ele é galvanizado sobre materiais mais baratos (Motorenteile Aluminium 2 image by Stihl024 from Fotolia.com)

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Revestimento de Alumínio

O método mais comum para o revestimento de metais é um processo chamado de galvanoplastia (ou galvanização), em que uma corrente elétrica passa através de uma solução que contém os sais de metais e o metal que será revestido, resultando na deposição de uma fina camada de um metal, tal como o ouro, cobre ou alumínio sobre a superfície de outro metal. A galvanoplastia tem muitas aplicações na indústria. O metal revestido de alumínio, por exemplo, fica protegido contra a corrosão, devido à elevada resistência do alumínio às reações químicas indesejáveis. Como o alumínio é muito caro, ele é galvanizado sobre materiais mais baratos, permitindo que a peça banhada seja mais barata e resistente à corrosão.

A célula eletrolítica

Para compreender o processo de galvanização, é necessário um conhecimento básico da célula eletrolítica. Uma célula eletrolítica é um tipo de circuito eléctrico constituído por duas meias-células. Em cada meia célula existe um eletrodo feito de um metal específico e uma solução de eletrólito que contém esse mesmo metal na forma de íon. Um exemplo disso, numa célula voltaica real, seriam eletrodos de zinco e de cobre e de soluções eletrolíticas de sulfatos de zinco e de cobre. Os sulfatos de zinco e de cobre se separam para formar íons de metal e íons de sulfato na água, passando a conduzir uma corrente elétrica. Os dois eletrodos da célula são chamados de ânodo e cátodo, e possuem carga positiva e negativa, respectivamente. A corrente flui do ânodo para o cátodo, utilizando a solução eletrolítica como um condutor. Note que essa não é uma explicação detalhada de células eletrolíticas, mas sim a informação básica necessária para se entender a galvanoplastia.

Galvanização

Um circuito eletrolítico é definido com o metal a ser revestido como cátodo da célula e o metal de revestimento como o ânodo. Ambos os eletrodos são imersos numa solução eletrolítica contendo sais de ambos os metais e, possivelmente, vários outros compostos iônicos. O cátodo é ligado ao terminal negativo de uma fonte de bateria ou outra corrente contínua, enquanto o ânodo está ligado ao terminal positivo. Uma vez que a corrente é dirigida através da célula, os átomos no ânodo que, neste caso, é feito de alumínio, ganham uma carga positiva. Uma vez que um átomo de alumínio ganha carga, torna-se um íon e não pode continuar mais em um aglomerado de átomos neutros. Portanto, o íon de alumínio com carga positiva desprende-se, indo para solução eletrolítica. Uma vez que cargas elétricas opostas se atraem, o íon de alumínio irá difundir-se através da solução eletrolítica, até atingir o cátodo na outra extremidade. Uma vez que ele entra em contato com o cátodo de carga negativa, suas respectivas cargas se anulam e os íons tornam-se neutros. Em seguida, átomo de alumínio retorna para o estado sólido original, só que agora preso à superfície do cátodo. Se este processo continua por um período de tempo suficiente, toda a superfície do cátodo torna-se revestida por átomos de alumínio que vieram do ânodo.

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