Tamanhos e usos de pipetas

Escrito por natasha parks | Traduzido por barbara silva
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Tamanhos e usos de pipetas
Uma pipeta apropriada é essencial para obter resultados de testes precisos (Photos.com/Photos.com/Getty Images)

Uma pipeta é um tubo fino e graduado usado em laboratório para medir e transferir quantidades de líquidos de um recipiente a outro. O farmacêutico alemão Karl Friedrich Mohr desenvolveu uma pipeta calibrada para possibilitar que quantidades específicas de líquidos sejam transferidas. A Kimble Glass fabrica suas pipetas em Nova Jérsei desde 1920, como relatado pelo museu de história americana "Smithsonian National Museum of American History". A partir de 2011, surgiram diversos tipos de pipetas em uma variedade de tamanhos e formas, cada uma medindo diversos volumes de líquidos para muitas aplicações científicas.

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Micropipetas

Usadas para transferir pequenas quantidades de líquido (abaixo de 1 ml), as micropipetas possuem uma escala de medida em seu exterior em incrementos de 1.000 microlitros. Existem três subtipos dessas pipetas, atendendo a diferentes volumes: a P20 para 0,5 a 20 microlitros, a P200 para volumes entre 20 e 200 microlitros e a P1000 para volumes de 200 a 1000 microlitros, de acordo com o Departamento de Biologia da Universidade Davidson (Davidson College Biology Department).

Pipetas volumétricas

As pipetas volumétricas ou "TD" (do inglês, to deliver) também possuem diversos tamanhos, mas normalmente são maiores que as micropipetas. Elas são especiais no sentido que cada uma transmite uma quantidade específica de uma substância rapida e precisamente. A amostra de líquido é sugada através do tubo de vidro estreito para dentro de um "bulbo" de vidro centralizado. Cada um desses possui um volume impresso em seu exterior, como 10 ml ou 25 ml. Curiosamente, a pequena quantidade de líquido que permanece na ponta após a distribuição significa que o procedimento foi preciso. Caso essa pequena quantidade seja expelida, houve uma transferência muito grande de líquido, como explicado pela Faculdade Comunitária do Green River (Green River Community College).

Pipetas graduadas

As pipetas graduadas ou sorológicas são o oposto das volumétricas porque elas podem medir diferentes quantidades de uma amostra em vez de apenas uma. Essa especificação reduzida não significa que elas sejam muito menos precisas, apesar da precisão do usuário sempre ser um fator em análises manuais. Esse tipo de pipeta pode ser feita de vidro ou plástico e mede volumes entre 1 ml e 10 ml. Elas podem ser preenchidas por cima usando uma bomba de pipeta, que possui um êmbolo manual e um mecanismo de roda simples.

Pipetas automáticas

Especialmente projetadas para transferir líquidos, as pipetas automáticas podem ser ajustadas para receber diversas quantidades de amostra. Elas possuem uma forma de bulbo, como uma pipeta volumétrica, mas também têm um êmbolo, que é único para esse tipo de pipeta, dando-lhe a função adicional de seringa, mas com muito mais precisão para quantidades de líquido bem menores, normalmente menos que 5 ml, de acordo com a Faculdade Comunitária de Mountain Empire (Mountain Empire Community College).

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