Teorias clássicas sobre Administração Pública

Escrito por walter johnson | Traduzido por luis batista
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Teorias clássicas sobre Administração Pública
Diversos autores clássicos tratam da administração pública (Photos.com/Photos.com/Getty Images)

A escola clássica, ou estrutural, da administração pública normalmente não admite múltiplas teorias, mas gira em torno de um conjunto complexo de ideias e conceitos variáveis que regem a administração pública ou a burocracia estatal. Embora existam muitos autores clássicos como Luther Gulick, Fayol Henri ou Urwick Lyndall, a maioria deles do início do século XX, há vários temas importantes ligados à teoria clássica.

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Especialização e comando

As teorias clássicas da administração centram-se em torno da divisão do trabalho. Essa abordagem teórica define "modernidade" como a crescente especialização do trabalho, ou seja, significa que uma burocracia central tem de existir para manter todas as atividades coordenadas e ligadas através de uma cadeia de comando impessoal. Portanto, a ênfase nessa abordagem é tanto sobre a descentralização das tarefas e especialidades como na centralização do comando administrativo para manter coesas as diferentes frentes de trabalho.

Unidade

Toda a teoria clássica neste campo destaca a singularidade de comando. Isso significa que a estrutura da organização deve desenvolver níveis ascendentes de autoridade. Cada nível responde a quem está acima e transmite a quem está abaixo. Assim, o sistema gira em torno de níveis, de racionalidade e de comando. É uma organização que em todas suas manifestações é hierárquico. Além disso, implica um alto grau de disciplina. É também um sistema radicalmente impessoal, porque o que importa é a organização e a repartição pública que o compõem, não os indivíduos. Os indivíduos nessa teoria são funcionários da organização.

Eficiência

A teoria clássica salienta a eficiência no trabalho organizacional. A estrutura de comando é projetada para manifestar tanto os objetivos globais da organização quanto os fins específicos das unidades funcionais. Embora o sistema clássico saliente a estrutura sobre tudo, a questão básica é a eficiência na comunicação. Isso exige por algumas questões em ordem: uma definição estrita dos deveres e objetivos, o controle de todas as funções de trabalho e uma conexão racional de uma unidade funcional com a outra. De acordo com o argumento clássico, nenhuma organização funciona eficientemente sem esses princípios.

Atomismo

De modo mais abstrato, a escola clássica enfatiza o fato de que os indivíduos não têm ligação intrínseca um com o outro. Essa suposição é muitas vezes chamada de "atomismo social". Segundo ela, os indivíduos estão naturalmenteisolados uns dos outros e, portanto, apenas a organização, através da sua cadeia de comando e sentido de missão, será capaz de unificá-los em uma única unidade eficiente e racional de trabalho. Além disso, se pressupõe que os indivíduos são preguiçosos, egoístas e desinteressados de qualquer bem social para além de si mesmos e, assim, a unidade organizacional e a disciplina nunca pode ser relaxadas. É uma necessidade lamentável.

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