Transtorno bipolar versus epilepsia do lobo frontal

Escrito por keith vaughn | Traduzido por antônio melo
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Transtorno bipolar versus epilepsia do lobo frontal
Caso apresente sintomas de transtorno bipolar ou epilepsia do lobo frontal, consulte um médico especializado (Hemera Technologies/AbleStock.com/Getty Images)

O transtorno bipolar e a epilepsia do lobo frontal ambos afetam o cérebro e podem ser tratados por medicamentos semelhantes, mas são doenças distintas.

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Transtorno bipolar

O transtorno bipolar, que às vezes é chamado de psicose maníaco-depressiva, é uma doença mental crônica que envolve mudanças imprevisíveis e dramáticas de humor e comportamento, conhecidos como episódios. De acordo com o Instituto Nacional de Saúde Mental dos EUA, a causa desse transtorno não é clara, embora a genética, a química cerebral e o meio ambiente sejam considerados fatores desencadeadores.

Episódios

Episódios maníacos envolvem humor e comportamentos agitados ou extremamente empolgados e agressivos. Os episódios depressivos são caracterizados pelo humor e comportamentos tristes e sem esperança.

Epilepsia do lobo frontal

Epilepsia do lobo frontal refere-se à recorrência de crises que se originam na parte da frente do cérebro. Convulsões do lobo frontal podem ser causadas por doenças, incluindo tumores, disfunção vascular ou lesões nessa área do cérebro.

Sintomas

Os sintomas de uma convulsão do lobo frontal podem incluir movimentos repetitivos, risadas inapropriadas, incapacidade de se comunicar e postura anormal.

Tratamento

A epilepsia do lobo frontal pode ser tratada com medicamentos anticonvulsivantes ou cirurgia cerebral. O transtorno bipolar pode ser tratado com medicamentos estabilizadores de humor, antipsicóticos atípicos, antidepressivos e alguma forma de psicoterapia.

Considerações

Alguns anticonvulsivos podem ser prescritos para tratar o transtorno bipolar. No entanto, a Food and Drug Administration (FDA) adverte que as pessoas que utilizam esses medicamentos para tratar o transtorno bipolar apresentar um maior risco de suicídio.

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