Entendendo ressonância magnética no cérebro

Escrito por lia stannard | Traduzido por lara kimberly pedra barbosa
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Entendendo ressonância magnética no cérebro
Cérebro (Goodshoot/Goodshoot/Getty Images)

Ressonância magnética, ou MRI, é uma técnica não invasiva usava para identificar anormalidades no corpo. Usando campos magnéticos e frequências de rádio, uma imagem que mostra fotos detalhadas das estruturas internas do corpo é produzida. Ao usar uma ressonância para sondar o cérebro, danos ao cérebro podem ser localizados e tratados adequadamente.

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Criando a imagem

As ressonâncias magnéticas se baseiam em fortes ímãs, depositados no scanner da ressonância, e ondas de rádio para criar uma imagem do cérebro. O campo magnético, que é 10.000 vezes mais forte que o campo magnético da terra, força os átomos de hidrogênios pelo corpo a se alinharem. Depois, quando as ondas de rádios são emitidas na direção do corpo, elas quicam contra os átomos de hidrogênio alinhados e são mandadas de volta. O computador que está conectado com o scanner da ressonância grava o sinal, o que produz a imagem. Cada tipo de tecido no corpo manda um único sinal de volta, permitindo que a imagem gerada pelo computador se diferencie entre os demais tipos de tecido. Uma imagem individual de ressonância é chamada de slice (um pedaço). Mais de uma imagem do cérebro é tirada quando o cérebro é escaneado; o número de fotos tirados com o scanner pode variar de poucas para centenas. O benefício de múltiplas imagens é que elas são tiradas de ângulos diferentes, o que pode revelar o completo escopo de um ferimento. Além disso, poderá revelar um tumor talvez não seja visto de uma imagem frontal, mas é visível quando a imagem é tirada de um lado da cabeça.

O que é mostrado

A ressonância do cérebro pode mostrar uma variedade de anormalidades que podem levar a um diagnóstico mais preciso. Ressonâncias podem revelar a localização de um ferimento no cérebro, como os causados por um derrame ou traumatismo. Além disso, as imagens produzidas podem mostrar anomalias: aquelas que de crescimento ou vasculares, como o aneurisma. Distúrbios e doenças podem também ser identificados utilizando a ressonância. Diagnósticos de tumor no cérebro contam pesadamente com a ressonância para apontar a localização do tumor. Distúrbios dos olhos e da parte interna do ouvido e doenças na glândula hipófise também podem ser reconhecidas através da ressonância cerebral. Descobrir a causa de dores de cabeças crônicos também é possível com o procedimento, já que escanear o cérebro pode ajudar a identificar qualquer mudança neste.

Dificuldades

Nenhum objeto de mental pode estar no paciente enquanto a ressonância estiver sendo feita. Isso significa que as pessoas com clipes de aneurisma no cérebro, implantes internos de ouvido, tipos antigos de prótese vascular, algum tipo de válvula cardíaca artificial e alguma junta artificial recentemente colocada talvez não possam fazer o procedimento. Enquanto a ressonância fornece imagens muito boas do cérebro, ela nem sempre faz distinção entre tecido canceroso e edema de inchaço cerebral, o que pode levar a um diagnóstico errado.

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