A história da memória de computador

Escrito por beth bartlett | Traduzido por rafael mendes
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A computação começou nos anos quarenta e utiliza a melhor tecnologia disponível para armazenar dados; primeiro, válvulas, e mais tarde, fitas magnéticas. À medida que a tecnologia melhorou e se miniaturizou, estes dispositivos se tornaram cada vez menores ao mesmo tempo em que armazenavam cada vez mais informações. Dos anos sessenta até hoje, a tecnologia de memórias continua avançando, aumentando a velocidade e funcionalidade de computadores, telefones e outros aparelhos digitais.

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ENIAC

No início dos anos quarenta, a última palavra em tecnologia era a válvula. Uma placa carregada mantinha uma corrente que era lida pela polaridade da placa, de forma que os dados retornados eram zero ou um. Este era o suporte de armazenamento de um único bit. Válvulas mais complexas possuíam várias placas internas e eram capazes de armazenar muito mais dados. O Computador e Integrador Eletro-Numérico, ou ENIAC (sigla em inglês), usava 20.000 válvulas de base octal para calcular até vinte números de até dez casas decimais cada.

Memória de núcleo magnético

No fim dos anos quarenta, memórias de núcleo magnético foram desenvolvidas em uma tentativa de capturar e armazenar dados enquanto a energia era desligada e as válvulas perdiam alimentação. Esta foi a memória não-volátil mais estável até que o transistor foi inventado.

Memória de núcleo de ferrite

A memória de núcleo de ferrite foi usada por um curto período de tempo durante a mesma época. Ela foi construída com uma matriz de anéis ou núcleos de ferrite envolvidos com fios que saíam para os lados. Cada anel ou núcleo poderia manter uma memória de uma carga magnética transmitida a ele por um certo tempo. Esta era um tecnologia difícil de miniaturizar e por isso acabou fracassando.

Memória de semicondutor

Os chips semicondutores são o tipo de memória que utilizamos atualmente. Em 1968, quando eles foram colocados à venda pela recém formada Integrated Electronics Corporation (mais tarde Intel), estavam muito aquém do que são hoje. Os primeiros chips comerciais suportavam apenas 2000 bits, ou 2k, de memória cada (um pequeno e-mail talvez seja quatro vezes este tamanho, com 8k).

DRAM

Em 1968, uma patente foi dada a Robert Dennart por um tipo especial de chip semicondutor; um chip de memória com transistor único e de acesso aleatório dinâmico (DRAM). Este foi um salto à frente, e marcou o fim da memória de núcleo magnético. DRAM é o tipo de memória que utilizamos hoje em nossos aparelhos de computação. Avanços em miniaturização têm permitido a esses chips se tornarem mais rápidos e mais potentes, mas a tecnologia básica continua sendo a mesma.

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