A história das tintas automobilísticas

Escrito por karren doll tolliver Google | Traduzido por danilo nunes
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A história das tintas automobilísticas
Carroças não necessitavam pintura (vecchi carro agricolo image by jeffbeal from Fotolia.com)

Na virada do século XX, a indústria automobilística estava em sua infância. A pintura de automóveis na época foi herdada da produção de carruagens, mas tornaram-se necessárias novas tintas, pois o automóvel cresceu em popularidade e desempenho. Pinturas automobilísticas mudaram ao longo da história, indo desde vernizes aplicados à mão até pinturas de alta tecnologia e sobre-camadas utilizados hoje em dia. Como a composição das tintas mudou, mudaram também os métodos de aplicação e equipamentos.

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Vernizes

De acordo com artigo de J.G. Dickson "50 Years of Epon Paints" (50 Anos de Tintas Epon) na PCI Magazine, a pintura automobilística compreendia inicialmente os vernizes usados ​​para pintar carruagens. Esse método levou até o método de 16 camadas, cada uma aplicada à mão com pinceis. Esses vernizes demoravam a secar, e levava-se até um mês para pintar um veículo. Uma vantagem da envernização era que o proprietário do automóvel poderia retocar e remendar o veículo por conta própria. Acabamentos de verniz, chamados esmaltes Índia, foram tons de terra escura com poucas cores na paleta. Esses acabamentos foram bastante fracos e propensos a desvanecer-se ao sol.

Nitrocelulose

No início dos anos 20, tintas à base de nitrocelulose apareceram. Com base em celulose purificada a partir da madeira, a tinta foi então obtida em uma combinação de ácido nítrico e de ácido sulfúrico. De acordo com revista eletrônica AutoInc Magazine de 16 de maio de 2001, tintas de nitrocelulose secam muito mais rapidamente do que as tintas e vernizes anteriores e possuem muito mais cores disponíveis.

Resinas alquídicas

Em seguida, no início dos anos 30, foram as resinas alquídicas utilizadas na fabricação de esmaltes alquídicos, de acordo com o Learning Center, em TCPGlobal.com. Esses esmaltes foram feitos a partir de gorduras animais e vegetais que eram usadas em solventes e explosivos. Esmaltes alquídicos podem ser chamados de a primeira fase da pintura automotiva contemporânea e das técnicas de pintura. Eles forneciam um acabamento de alto brilho e uma seleção de cores bastante grande. Eram mais duráveis do que a geração anterior de tinta, e também secavam rapidamente.

Lacas

A Segunda Guerra Mundial interrompeu a produção de carros por um tempo, mas depois disso, os fabricantes de automóveis começaram a usar vernizes de acrílico. A laca foi um avanço enorme, por causa do incrível menor tempo de secagem, o que resultou em uma produção mais rápida de linha de montagem. O número de cores disponíveis também aumentou dramaticamente. Lacas, no entanto, tinham de ser polidas após secagem para realçar o brilho.

Até a década de 50, com sede em Detroit, as empresas de pintura de automóveis foram as principais "jogadoras" do setor. De acordo com George Barris no vol. 4 de seu "Barris Kustom Techniques of the 50's" (Técnicas Barris Kustom da década de 50), na época vários indivíduos e empresas da Califórnia entraram no ramo, acrescentando vários corantes, tintas e tons para limpar lacas e alcançar uma qualidade notável.

Resinas acrílicas

Melhorias no uso de resinas e esmaltes acrílicos vieram alguns anos depois. Essas tintas não necessitavam de polimento para um grande brilho e também forneciam uma melhor resistência aos raios ultravioletas. Eram mais duráveis ​​também. Logo após a introdução desses esmaltes, os desenvolvedores incorporaram catalisadores que aumentaram ainda mais durabilidade.

Primers e sobre-camadas

As substâncias melhoraram também, em especial a utilização de deposição eletroforética (uma forma de "galvanização") para aplicar a tinta primer diretamente no metal, de modo que a ferrugem foi praticamente eliminada. Neste processo, uma corrente elétrica corre através do metal submerso num banho químico, produzindo um revestimento na superfície do metal.

Na década de 1980, técnicas de acabamento começaram a incluir a aplicação de um revestimento de base sob as cores, bem como um acabamento de revestimento transparente por cima, o que proporcionou um acabamento durável e de elevado brilho, resistente ao descascamento.

Tecnologia verde

A mais recente tecnologia envolvendo pintura de automóveis é a de redução de substâncias químicas nocivas ao meio ambiente. De acordo com um artigo na revista PCI Magazine em 26 de abril de 2002, intitulado "Transparent Iron Oxide Pigments for Automotive Applications" (Pigmentos de óxido de ferro transparentes para aplicações automotivas), por causa das restrições ambientais, há uma pressão contínua para o desenvolvimento de tintas à base de água e outros produtos que não liberam solventes prejudiciais no ambiente.

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