Ideias de dietas para quem sofre de colite ulcerativa

Escrito por brad mchargue | Traduzido por ana carolina prado almeida
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Ideias de dietas para quem sofre de colite ulcerativa
Converse com o seu médico sobre a colite ulcerativa (Digital Vision./Photodisc/Getty Images)

A colite ulcerativa é uma doença do intestino caracterizada pela inflamação do trato digestivo, que leva à dor intensa no estômago e diarreia. Ela tipicamente afeta a camada mais interna do cólon e do reto e, ao contrário da doença de Crohn, ocorre ao longo do comprimento do cólon, em oposição às zonas individuais. Embora não exista cura, seguir uma dieta destinada a eliminar comidas e bebidas que possam exacerbar os sintomas é sugerido como um meio de controle.

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Sintomas

Os sintomas da colite ulcerativa dependem da área do cólon ou do reto afetada. Os mais comuns incluem sangue nas fezes, diarreia frequente, fadiga, perda de peso, diminuição do apetite, lesões na pele, anemia e dor no abdômen. Aproximadamente 50% das pessoas que sofrem da doença experimentam pelo menos uma forma moderada desses sintomas em algum ponto. Eventuais condições que podem surgir a partir da colite ulcerativa incluem inflamação dos olhos, osteoporose, doença do fígado e artrite.

O que evitar

Os alimentos que você come não afetam diretamente qualquer forma de doença inflamatória intestinal, no entanto, muitos deles podem agravar os sintomas, especialmente quando consumidos em excesso. Considere evitar os produtos lácteos, especialmente se você for total ou parcialmente intolerante à lactose, já que eles contribuem para a diarreia, gases e dor abdominal. Comece a evitar laticínios, para ver se há alguma melhora. Se houver, substitua-os ou use Lactaid, um medicamento que auxilia na decomposição de produtos lácteos. Às vezes, os laticínios podem precisar ser eliminados completamente. Se esse for o caso, suplementos serão necessários para obter elementos tipicamente oferecidos por produtos lácteos, como o cálcio.

Todos os alimentos que podem naturalmente contribuir para uma piora no trato digestivo devem ser evitados ou consumidos com moderação. Isso inclui alimentos como feijão e repolho, conhecidos por causar gases, e a maioria dos produtos com cafeína, picantes e alcoólicos.

Os alimentos ricos em fibras podem aumentar o risco de diarreia e tornar os sintomas da colite ulcerativa mais dolorosos. Seguir uma dieta pobre em fibras é recomendável. Durante os períodos de remissão, a fibra deverá ser reintroduzida lentamente, já que pode auxiliar na saúde digestiva, diminuindo o volume e dureza das fezes e tornando a evacuação mais fácil e menos dolorosa para o cólon.

Recomendações

A melhor recomendação para os que sofrem de colite ulcerativa ou qualquer forma de doença inflamatória intestinal é manter um registro diário de todos os alimentos consumidos e a gravidade dos sintomas experimentada. Dessa forma, os alimentos e bebidas que pareçam piorar os sintomas podem ser eliminados através de tentativa e erro. Os alimentos afetam as pessoas de formas diferentes, por isso, além das recomendações gerais e sugestões listadas acima, nenhum alimento precisa ser totalmente evitado, a menos que provoquem sintomas ou piore-os.

Diarreia frequente, dieta limitada e incapacidade do corpo de absorver os nutrientes podem requerer o uso regular de suplementos vitamínicos e minerais para substituir aqueles que são perdidos. Discuta as opções com seu médico antes de iniciar um regime vitamínico .

Finalmente, a diarreia frequente também pode causar uma grave perda de água, aumentando o risco de desidratação. A água deve ser consumida diariamente, enquanto as bebidas que contêm cafeína ou álcool devem ser evitadas, uma vez que têm tendência a estimular o intestino e provocar diarreia ou outro desconforto associado .

Estresse

O estresse é conhecido por efetivar a maneira de funcionamento do seu sistema digestivo e, embora não cause colite ulcerativa, pode desempenhar um papel no aumento da severidade dos sintomas da doença e tornar o tratamento ainda mais difícil. Há vários métodos que podem ser usados para reduzir o estresse. Eles incluem:

O exercício, que não só ajuda a manter o corpo saudável, mas a diminuir o estresse e reduzir a possibilidade de depressão, enquanto regula a atividade intestinal. Discuta um plano de exercícios com o seu médico para ver o que é melhor para você.

Exercícios de respiração profunda e ioga podem ajudar os músculos abdominais a relaxar e, assim, reduzir o risco de exaltações.

Finalmente, há o biofeedback, que envolve ser conectado a uma máquina que ajuda a identificar o que realmente pode estar causando o estresse e, portanto, permite que o paciente tome medidas para eliminá-lo.

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