Método de taxa interna de retorno de avaliação de investimento

Escrito por john cromwell | Traduzido por elia regina previato
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Método de taxa interna de retorno de avaliação de investimento
A taxa interna de retorno é usada pela empresa para escolher os investimentos a realizar (Comstock/Comstock/Getty Images)

Uma das tarefas mais importantes de uma empresa é determinar onde investir seus recursos. A taxa interna de retorno (IRR) é usada pelas empresas para determinar quais os investimentos buscar. Calcular a IRR pode ser um processo complicado, demorado e requer que a empresa considere vários fatores. Como resultado, é fundamental considerar as vantagens e desvantagens dessa metodologia.

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Método definido IRR

A IRR tem como premissa o fluxo de caixa descontado (DCF). O DCF argumenta que R$ 1 guardado hoje vale mais do que o mesmo valor recebido no futuro porque pode-se investir os fundos guardados atualmente, de modo que "valha mais" no futuro. A IRR permite que veja a valorização que aquele real teria no futuro, se o investisse em um projeto. Se for capaz de estimar o montante de receitas que uma empresa pode gerar através de um projeto e quando aquela receita será realizada, poderá usar o IRR para calcular a porcentagem de retorno sobre o investimento que seria ajustado com base nas considerações de DCF. Ao comparar o percentual de retorno à uma taxa de retorno predeterminada requerida para que qualquer projeto seja rentável para a empresa, pode-se determinar as melhores oportunidades de investimento.

Vantagens

A IRR ajuda a avaliar os projetos individuais como oportunidades de investimento. Ela considera o valor do dinheiro ao longo do tempo e faz os ajustes para o risco do projeto não atender as projeções da receita. Mais importante ainda, a IRR permite que determine se o projeto aumentará o valor da empresa e o percentual de retorno, comparados ao investimento inicial.

Desvantagens

A IRR requer um cálculo complicado, que só pode ser resolvido através de tentativa e erro ou de uma planilha de computador. Para que a IRR funcione, os fluxos de caixa têm que ser convencionais, uma vez que o projeto deve ter um fluxo de caixa inicial negativo, o investimento, sendo todos os fluxos de caixa restantes positivos. Além disso, se só puder escolher um dos dois projetos, a IRR pode não ser o melhor método para determinar qual deles escolher. Ela expressa o retorno sobre o retorno do investimento, o que significa que é possível escolher o projeto com o maior percentual de retorno, mas que não maximizaria o valor para a empresa. Suponha que o projeto A tenha um retorno de 15% em um investimento de R$ 100 e o projeto B de 10% em um investimento de R$ 200. Você só poderá escolher um projeto. Se usar a IRR, só veria as porcentagens e escolheria o projeto A. No entanto, a opção mais valiosa seria o projeto B, porque tem um retorno de R$ 20 em comparação com o retorno de R$ 15 do projeto A.

Valor líquido presente

O valor líquido presente (NPV) é um método de avaliação alternativo para o investimento que também inclui princípios do DCF em seus cálculos. Ao contrário da IRR, o NPV valoriza os fluxos de caixa futuros de um projeto em moeda "corrente". Se os fluxos de caixa futuros em reais correntes excederem o valor presente da despesa, a empresa deve escolher o projeto. Como a IRR, considera-se o valor do dinheiro no tempo e os riscos, mas, diferentemente dela, é capaz de estabelecer a escolha de maximização de valor ao comparar dois projetos mutuamente exclusivos. No entanto, alguns consideram ver o retorno do investimento como um percentual superior a vê-lo expresso em valor presente de reais.

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