Perigos dos raios ultravioleta nas lâmpadas fluorescentes

Escrito por tyler lacoma | Traduzido por luciana p. s. lopes
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Perigos dos raios ultravioleta nas lâmpadas fluorescentes
Lâmpadas fluorescentes produzem uma pequena quantidade de radiação ultravioleta (fluorescent image by timur1970 from Fotolia.com)

As lâmpadas fluorescentes duram mais do que as incandescentes e são mais econômicas. Muitos governos, incluindo o dos Estados Unidos, têm instituído políticas para estimular a substituição das lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes, tanto em residências quanto na indústria e no comércio. Entretanto, as lâmpadas fluorescentes também oferecem riscos. O vapor de mercúrio nessas lâmpadas causa problemas na quebra e na reciclagem, além do fato de que a radiação ultravioleta também pode ser um risco.

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Lâmpadas fluorescentes

Essas lâmpadas são uma combinação de gases e camadas de fósforo para produzir luz. Um arco elétrico salta de uma extremidade do tubo à outra e, no caminho, energiza o vapor de mercúrio, que produz a radiação ultravioleta. Essa radiação penetra no revestimento de fósforo, que também fica energizado e, dessa forma, produz luz visível.

Desenvolvimento

As primeiras lâmpadas fluorescentes tinham camadas finas de fósforo e uma mistura de gases que permitiam que uma boa quantidade de luz UV escapasse. As lâmpadas modernas são de qualidade superior, não deixando escapar quase nenhuma radiação, apenas uma quantidade insuficiente para prejudicar a maioria das pessoas a longo prazo, de acordo com o site GE Consumer & Industrial Lighting. Uma pesquisa da GE mostra que uma quantidade irrisória de luz ultravioleta sempre escapa, mas geralmente é menor do que a quantidade produzida pelo sol.

Riscos da luz ultravioleta

A luz ultravioleta que as lâmpadas fluorescentes produzem não é prejudicial para a maioria das pessoas, mas ainda assim pode ser destrutiva no nível celular, em alguns casos. De acordo com a instituição Council of Citizens with Low Vision International, pessoas com problemas de visão que tornam os olhos muito suscetíveis à luz ultravioleta devem evitar os tipos de lâmpadas mais fortes, já que mesmo a pequena quantidade de radiação que elas emitem pode ser perigosa para os olhos. Conforme o site GreenFacts, algumas dessas lâmpadas também podem danificar a pele de pessoas com doenças dermatológicas.

Peças de museu

Embora os raios ultravioletas em lâmpadas fluorescentes sejam raramente nocivos às pessoas sem doenças oftalmológicas ou dermatológicas, esses raios podem prejudicar objetos mais sensíveis ao redor das lâmpadas. Há algumas situações em que até as menores quantidades são inaceitáveis. Os museus, por exemplo, não podem permitir que qualquer radiação danifique manuscritos e tapeçarias preciosas, mesmo a pequena quantidade emitida pelas lâmpadas fluorescentes. Para evitar que a luz UV escape, em museus, às vezes essas lâmpadas são fabricadas com filtros que absorvem a radiação, conforme afirme a organização Northern States Conservation Center. Embora a camada de fósforo absorva a maior parte da radiação da lâmpada, esse filtro, ou cobertura, bloqueia a pequena quantidade que escapa, protegendo artefatos frágeis.

Luzes UV

Alguns tipos de lâmpadas fluorescentes são projetadas para deixar a luz UV passar. Às vezes, as camadas de fósforo permitem que comprimentos mais curtos de ondas UV escapem, enquanto outros revestimentos produzem radiação ultravioleta. Existem três tipos de radiação UV: A, B e C. A radiação do tipo A é a menos nociva, ao passo que a do tipo C é a mais perigosa. De acordo com a Universidade Vanderbilt, algumas lâmpadas são usadas em clínicas de bronzeamento, mas geralmente utilizam radiação do tipo A, com uma pequena quantidade de radiação dos tipos B e C. Outras lâmpadas que emite radiação UV C são utilizadas para desinfetar ar ou água e são muito perigosas para todos os organismos, causando queimaduras, danos celulares e câncer.

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